quinta-feira, 4 de agosto de 2016

NOD055. Morreu o pistoleiro

(Coleção Arizona, nº 113)
Um congressista está para chegar a Dodge City e na sua comitiva segue um rancheiro sem escrúpulos que concebeu uma receção sangrenta para se livrar dele e dominar a região.
Do plano elaborado faz parte a execução do xerife, um antigo presidiário que não tem hesitações para defender a lei. Mas um encontro entre este xerife e o pistoleiro que elaborou o plano de ataque acabou por mudar a relação de forças conduzindo a novela para a regeneração do homem mau.

sábado, 23 de julho de 2016

NOD054. O segredo da índia

(Coleção Pólvora, nº 117)
Aproveitando a ausência dos homens que tinham ido vender gado para o Novo México, um grupo de índios rebeldes atacou uma povoação florescente no Texas cuja população foi massacrada. Mulheres e crianças mortas e escalpadas...
Um grupo de batedores avançou sobre um acampamento de índios pacíficos e dizimou todos os possíveis guerreiros. Escrúpulos de última hora levaram-nos a poupar mulheres e crianças.
Foi então que se aperceberam que aquelas pessoas nada tinham a ver com os que dizimaram a povoação de brancos.
O segredo da índia mostrou-lhes que havia dois brancos malvados a arquitetarem tudo aquilo... brancos que lhe souberam desenhar uma serpente nas costas para que uma maldição nunca mais lhe permitisse cavalgar nas pradarias de Manitu.
A época dos bons livros do Oeste parecia já ter passado, mas este livro de E. L. Retamosa é notável: os conflitos, as intrigas, os mal-entendidos, os preconceitos... tudo aqui tem um lugar e mostra como um período de desenvolvimento pode ser destruído de um momento para o outro.

sábado, 9 de julho de 2016

CNT009. O rapaz vermelho

O conto que hoje trazemos foi publicado no fascículo 334 do Cavaleiro Andante, tendo a particularidade de não ter sido indicado o seu autor e ter uma ilustração de José Ruy. Aqui fica, com a limitação expressa, e se alguma boa alma quiser colaborar com informação, o reconhecimento do »Novelas» será eterno...

segunda-feira, 4 de julho de 2016

NOD053. Joe fugiu!

ESte Joe era um verdadeiro bandido. Para além de ladrão, maltratava a mulher e os filhos e um dia isso saiu-lhe caro pois ela denunciou-o e foi parar à prisão. Elaborou um plano para fugir e vingar-se, tentando utilizar o próprio filho que detinha grande admiração por ele. E. L. Retamosa traz-nos um excelente livro, isto é, um excelente pequeno livro, o segundo da colecção Cow-boy. A capa, de Longeron, mostra um pormenor da fuga de Joe que, junto ao cavalo, de arma na mão, se dessedenta enquanto olha o horizonte.
Como curiosidade, anote-se que esta e outras capas desta primeira fase da Coleção Cow-boy viriam, mais tarde, a ser reutilizadas noutras coleções do Oeste, designadamente na Coleção Sioux em títulos que nada tinham a ver com o original.

sábado, 25 de junho de 2016

NOD052. O destino manda


Ted Niobrara gozava as delícias de um encontro proibido com Bonita Alvarado, a esposa prometida de Trevor Malcolm, quando a sua atenção foi despertada por sinais de sangue que se dirigiam para um palheiro. Foi aí encontrar baleado o seu amigo Jim Carpenter o qual tinha enveredado pela senda do crime na quadrilha Butch Lane.
Ted decidiu proteger o seu amigo e quando o xerife chegou ao local do encontro em perseguição do mesmo, deparando com a sua ligação a Bonita, mentiu garantindo que Jim não se encontrava ali. No rancho de Malcolm, o xerife avisa-o do estranho encontro da prometida com o vaqueiro e Ted e Bonita são obrigados a fugir depois de este matar o rancheiro.
O destino de Ted e Bonita é aquele que Jim queria abandonar o qual acabou por se estabelecer numa povoação fronteiriça, Stonefield, utilizando um nome diferente e sob a capa de uma pessoa honesta. Jim tornou-se num vaqueiro voluntarioso de Norma Reed, uma jovem e bonita viúva que não tardou a enamorar-se dele. O sossego de que Jim desfrutava foi quebrado ao fim de algum tempo por alguém que o reconheceu, alguém que pertencera à sua quadrilha na qual agora Ted granjeava fama de sanguinário. E os papéis parecem inverter-se: Jim a servir a lei, Ted a viver de roubos e assaltos e a aproximar-se do rancho de Norma. Como iria ser o seu reencontro?
Este livro de Dick York é muito interessante e muito bem escrito, pelo que procedemos à sua interrogação no Novelas. Mas quem é este Dick York apenas com uma obra registada na Biblioteca Nacional? Acresce à nossa dúvida o facto de a capa ter sido elaborada por Carlos Alberto. Isso faz-nos que Dick York é um autor português... talvez aquele que se apresenta como tradutor, Dr. Carvalho Lima o que nada tem de anormal já que o mesmo assinou obras com o estranho pseudónimo de Alaric Holvam (um anagrama do seu nome).

quinta-feira, 23 de junho de 2016

CNT008. A primeira pele de Dan Mac Kay

Apresentamos hoje um conto de Raul Correia, ilustrado por M.Gustavo (Carlos Alberto Santos) e extraído da Série de Ouro do Jornal do Cuto. O velho Dan Mac Kay recorda um feito de juventude perante aquela que seria a companheira para toda a vida.

terça-feira, 21 de junho de 2016

NOD051. O quinto condenado



«Colorado» Jim, também chamado «Nevada» Jim ou «Risonho» Jim condenou cinco homens à morte, porque na sequência do assalto a uma diligência onde viajava a sua mãe esta foi abatida. Próximo do local do ataque abriu 5 sepulturas e aí foi depositando os corpos daqueles de quem se foi vingando.
Acontece que «Colorado» era o quinto homem que participara no assalto sem saber que a mãe viajava na diligência. Ele próprio que levou um tiro dos viajantes, ficou ferido no próprio local, sendo tomado por um dos que foram atacados e foi tratado como um sobrevivente.
A procura do quarto condenado iria entroncar na estranha história de um jovem raptado pelos índios e criado por estes durante quase uma vintena de anos a quem o pai continuava a procurar. «Colorado» foi abordado por dois indivíduos sem escrúpulos para se fazer passar por esse jovem dadas as semelhanças entre ambos. Ao aceitar participar nessa farsa, acabou por encontrar o quarto homem e uma jovem que lhe fez mudar as intenções.
Dave Turner tem aqui um livro com uma história de desenrolar muito facilitado, mas com certa piada. Vale a pena lê-la para saber como «Colorado» se vingou de si próprio.


segunda-feira, 20 de junho de 2016

CNT007. As barras de ouro

Publicamos mais um conto de Edgar Caygill, conto que fez parte da série de ouro do Jornal do Cuto. As ilustrações são de José Baptista (Jobat).

sexta-feira, 17 de junho de 2016

CNT006. O mistério do Vale dos Trovões

O conto que agora apresentamos é da autoria de Edgar Caygill e é ilustrado por Vitor Péon, ambos bem conhecidos dos leitores portugueses das décadas de 50 e 60. O nome do autor é um pseudónimo de Roussada Pinto, um sujeito prolífero capaz de escrever um livro por noite e que foi bem conhecido como contista do Oeste e autor de romances policiais. Quanto a Péon teve um percurso nacional e internacional extremamente rico.
O conto, agora apresentado na íntegra, foi publicado em três números seguidos do Mundo de Aventuras (45, 46 e 47), entre 22 de Junho e 6 de Julho de 1950, num momento em que este jornal juvenil tinha feito uma importante mudança de formato: passou de uma revista gigante para um A4 com mais páginas.
O mistério do Vale dos Trovões ilustra bem as caraterísticas do seu autor: uma história cheia de acção, contada de um fôlego, com modificações surpreendentes no desenrolar, centrada num indivíduo em geral mais esperto que os outros. O conto é apresentado mantendo a estrutura original ostentada no MA.O leitor pode apreciar bem o estilo de Caygill, por vezes pouco rigoroso, e, no final, convidamo-lo a responder às questões seguintes:
Como é que o Corvo sabia que Mr. Peacock e a jovem iam na mala-posta?
Como é que o Corvo sabia que a jovem era filha do mineiro?
Como era possível levantar tanta poeira numa terra tão enlameada por um Inverno rigoroso?
Enfim, se Caygill estivesse entre nós, o que seria um prazer, com certeza encontraria uma boa resposta para estas inconsistências quanto mais não fosse a que se basearia na necessidade de trabalhar em alta velocidade quase sem poder fazer revisão.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

NOD050. Noite de terror

Do cimo do monte Taylor, o cavaleiro havia contemplado, naquela manhã, um panorama extraordinariamente maravilhoso. Frondosas colinas que iam declinando para o sul até se fundirem com uma ampla planície de cor acinzentada, pintalgada de grandes manchas verdes, um extensão escura ainda mais longe que se identificava com o horizonte, os picos agrestes dos montes Zuni ao oeste, até ao Arizona, o planalto «Cebola» - uma linha de lados rochosos, irregulares, cor de tijolo – elevando-se sobre as terras planas para o sudoeste, e uma ampla faixa de vegetação, de largura diferente e ziguezagueante, que partia a planície ao meio de Noroeste para Sudoeste. Uma paisagem formosa, especialmente para um homem que vinha das desoladoras imensidades do Noroeste do Novo México e do Sul de Utah.
Sim, mas isso fora pela manhã. Agora, a meio da tarde, o cavaleiro pensava coisas muito diferentes, enquanto contemplava «aquilo».
«Aquilo» era um burrinho morto a tiro, ao lado dos restos de um acampamento saqueado, e dois homens, um deles ainda um rapaz, enforcados sob a copa ampla de um algodoeiro. Eram ambos mexicanos, a julgar pelas suas roupas e, pelos visto, pastores. Dois homens enforcados, um burrito morto, um acampamento saqueado… e até uma dezena de vacas e bezerros, mortos a tiro, sobre ao quais pousara um bando de abutres poucos minutos antes de o cavaleiro ter chegado àquele lugar trágico.
Agora os abutres protestavam, agoirentos, enquanto revoluteavam pelo ar ou permaneciam pousados nas rochas mais próximas. O animal montado pelo cavaleiro desconhecido escarvava o solo, inquieto, e aquele contemplava os cadáveres dos dois pastores com o semblante carregado.~

Aqui deixamos mais uma novela notável de Cliff Bradley, o número 13 da Coleção Arizona. Bradley por vezes tem um discurso extremamente reacionário, mas a sua capacidade narrativa (veja aqui algumas passagens) e criativa é inegável. 

domingo, 5 de junho de 2016

CNT005. Os mascarados de Cheyenne


Dois irmãos dedicavam-se a práticas pouco recomendáveis e tentaram aliciar um terceiro para os acompanhar num assalto ao banco. Mas o rapaz não era da mesma têmpera e acabou por ajudar a frustrar os propósitos dos dois maraus. Um rachador de lenha acabou por esclarecer por eram tão diferentes entre si.
Este é um conto de Orlando Marques publicado no fascículo 460 do Mundo de Aventuras. A ilustração que o acompanha não foi identificada.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

CNT004. Fuga na noite

O conto que hoje trazemos foi publicado no fascículo 325 do Cavaleiro Andante. Nele, faz-se a apologia do preso que tem um bom comportamento e que deseja colher os benefícios de permanecer sossegadamente na prisão. Não entendemos como o sr. Muller, arauto dos bons princípios, permitiu uma mensagem destas numa revista que tanto influenciava os jovens portugueses. Estes contos do Cavaleiro Andante não são assinados na sua maioria, pertencendo possivelmente a autores portugueses. O mesmo acontece às ilustrações que os acompanhavam. Encontrámos algumas de José Ruy, mas a presente não parece do grande mestre embora sugira o traço de Fernando Bento.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

CNT003. O espectro da planície


Apresentamos hoje mais um conto de Orlando Marques que teve publicação no Mundo de Aventuras, fascículo 392. A ilustração não está assinada.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

NOD049. O vingador


Bill voltou-se para trás e ficou maravilhado. A uma janela assomavam os cabelos de mulher mais bonitos que algum dia vira. E, sob os cabelos, um rosto como nunca contemplara. Meteu o cavalo a par da janela. E levou a mão à aba do chapéu.
- Boas tardes, menina! Chamo-me Bill Serven. E você? – como a jovem voltasse o rosto para outro lado, prosseguiu: - Não receie que nos persigam os índios. Mesmo nesse caso, estarei eu aqui para jogar a vida pela sua tão deslumbrante.
A rapariga, que não passaria dos vinte e dois anos, cravou por um momento os olhos azuis nos do cavaleiro. Este continuou:
- Nunca supus que alguma mulher pudesse arrancar um bocado do céu para o fechar debaixo das pálpebras. Os seus olhos brilham mais que o Sol. Em compensação os seus cabelos parecem raios do astro rei. Pode dizer-me se vem do céu?
A jovem voltou-se para dentro do carro depois de correr a cortina…
Esta é uma passagem de «O vingador», o número 1 da famosa Coleção Cow-boy, que aqui disponibilizamos integralmente. Um texto de Raf G. Smith

sábado, 7 de maio de 2016

NOD048. Não sou um foragido!

Uma noite, quando estava com a namorada, o irrequieto Allan ouviu um tiro em casa desta. Correu para o local e deparou com o seu pai assassinado por um familiar da rapariga. Abateu-o e fugiu com a cabeça a prémio sem perder a ideia de vingar a morte do pai. Os familiares dela não eram pessoas honestas e Allan teve de cavalgar para longe, sendo perseguido por alguns lacaios a quem também abateu. Na sua fuga veio a encontrar-se com a bela Soledad com quem partilhou o projeto de procura de um tesouro em território antigo de índios. O romance desenhou-se entre os dois, mas Allan não perdeu a ideia de se vingar. E acabou por voltar a El Paso, a sua terra de nascimento, onde o pérfido pai da noiva acabou por se denunciar e fugir, não sem antes ter tentado abater Allan, sendo este salvo pela corajosa intervenção da noiva que se intrometeu e acabou por ser alvejada. O malvado Kirby foi perseguido pela fúria do jovem, sem pai e sem noiva e morreu de medo quando este o encontrou.
Eis uma boa história de A.G.Murphy. Aqui a fuga de Allan cruza-se com o projeto da bela Soledad e no momento crítico ainda aparece um familiar daquele que o liberta de uma má situação em que era acusado de foragido.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

CNT002. A primeira prova

Apresentamos hoje um conto de Orlando Marques, ilustrado por E.T.Coelho, publicado no Jornal do Cuto nº 36. Como curiosidade, anote-se que este conto tinha tido publicação no Mundo de Aventuras nº 367, com nomes modificados para as personagens e com o título «Um homem do Oeste», tendo já sido apresentado no Passagens. Nesse conto, as ilustrações foram de José Antunes.

domingo, 1 de maio de 2016

CNT001. "Jumper", o baio


Em 1 de Março de 1972, o Jornal do Cuto iniciou a publicação de um conjunto de contos ilustrados que designou por «Série de Ouro». O primeiro desses contos, publicado no fascículo número 35, foi elaborado por Raul Correia e teve ilustrações de M. Gustavo (um pseudónimo de Carlos Alberto Santos).
Aqui deixamos a imagem da publicação tal como ela ocorreu e o texto da mesma.

Numa homenagem a ilustradores e autores portugueses eis Contos do Oeste no Novelas

Há dias, um comentário de Carlos Rico chamava-me a atenção para a necessidade de ter na blogosfera algo que recordasse alguns dos ilustradores portugueses que acompanharam revistas e novelas. Dizia ele:
 
O "Passagens" veio preencher um espaço que estava vazio, tratando do estudo, podemos assim chamar-lhe, da novela "western", um tema que preencheu uma boa parte dos meus tempos livres, quando era mais novo, já lá vão uns bons trinta anos - velhos tempos...
São dois os motivos que me levam a escrever-lhe.
O primeiro é este: não está a pensar criar posts sobre revistas como "Cowboy" e "Seis Balas"? Sei que se tratam de revistas com características diferentes das que até agora tem falado, com texto muito mais compactado, mas digo isto porque, se estiver a pensar um dia em falar desses dois títulos, sugeria-lhe, desde já, que publicasse o texto junto com as ilustrações (normalmente seis) que cada revista trazia no miolo. É que tivemos grandes ilustradores a fazerem esse trabalho nessas e outras publicações do género (como Jobat, Carlos Alberto Santos, Vítor Péon ou Baptista Mendes) que mereciam ser reconhecidos pelo seu talento, ainda por cima sendo esse trabalho uma mais valia para essas publicações que, maioritariamente, vinham com textos e capas de origem espanhola. As ilustrações acabavam, assim, por ser um contributo inédito que os nossos artistas davam àquelas novelas ou contos.
 
Como o "Passagens" está agendado até Agosto e o "Novelas" está um pouco vazio, resolvi, num espírito de homenagear esses autores, fazer uma pequena modificação no conteúdo deste blog e trazer os Contos do Oeste para aqui. Alguns, publicado no "Passagens", transitarão no futuro.
 
 

terça-feira, 26 de abril de 2016

NOD047. Fim duma época

Michael Palmer vivia triste. Ele assistia ao fim daquela época feliz do Oeste, a época do ouro, da colonização. Os anos iam caindo e transformando a velha vida numa recordação.
A sua tristeza aumentou quando numa tempestade se viu sem o seu fiel amigo, o cavalo «Drean» trucidado por reses em fuga. Depois, o seu capataz foi preso por ter apoiado o seu filho numa rixa por causa de uma garota pouco séria. Mike não conseguia aceitar o evoluir dos tempos, a mudança.
Fred Dennis trata esta questão, que todos sentimos em múltiplos aspetos da nossa vida, com notável mestria.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

NOD046. O homem dos dedos de ouro

Depois da boa surpresa do «Xerife da sobrecasaca preta», encontrei no baú mais este Talbot e interroguei-me se teria a mesma qualidade do anterior.
Trata-se de uma história em que se cruza a prática de uma mulher que chefiava uma exploração de lenhadores com dois homens. Um deles, um engenheiro, chega à exploração para a construção de uma barragem e ela envolve-se imediatamente com ele. Senhor de maus instintos, acabou na prisão e a pequena, desesperada, acabou por se cruzar com um pistoleiro que disparava tão bem que lhe chamavam «dedos de ouro». A história evolui aos tiros e o pistoleiro acaba por desprezar esta mulher e unir-se a uma menina mais ingénua.
Em resumo, o livro não confirma a expetativa em relação ao autor, talvez por ser descarnado de partes importantes para ficar mais pequenino, mas, mesmo assim, lê-se bem. Ora comparem....

domingo, 3 de abril de 2016

NOD045. O xerife de sobrecasaca preta

O xerife de Carrizo foi assassinado por vários homens obedecendo a um maquiavélico plano de Killer Evans que pretendia assaltar o banco local após um conjunto de transações de gado. Linn Colder, um pistoleiro com a cabeça a prémio em vários estados, abateu os assassinos do xerife e conseguiu ser nomeado o representante da lei local para facilitar os planos de Killer. Mas o homem tinha consciência e o contato com os filhos do xerife assassinado levou a que, no momento definitivo, optasse pelo lado correto da lei.
Eis uma narrativa muito interessante de Ros Talbot publicada no volume 167 da coleção Bisonte

quinta-feira, 17 de março de 2016

NOD044. Um cobarde xerife


Glen Bogart, um cavaleiro solitário, dirigia-se para a povoação do Vale Escondido quando foi surpreendido com o encontro de homens que acabavam de ser atacados e roubados. Um deles conseguiu ainda dizer-lhe algo que era uma pista sobre os responsáveis por aquele massacre.
Glen acabou por ir até à povoação e acabou por encontrar motivos para aí ficar, acabando por ajudá-la a livrar-se de «Um cobarde xerife».

NOD043. Armas em punho

Dois cavaleiros, Guy Mac Kenna e Slim Bronston, chegaram à povoação de Burville, no Texas, povoação minada pelo conflito entre vaqueiros e ovelheiros.
A ideia de Mac Kenna era seguir para Wichita, mas Slim tinha uma ideia em mente que não transmitiu ao seu amigo e que assentava numa senhora que ali vivia com uma filha e atravessava dificuldades para defender a sua propriedade de gente gananciosa.
Que surpresas estavam reservadas aos dois amigos? Conseguiriam resistir ao apelo de ficar? Seguiriam até Wichita? Aqui ficam algumas passagens de «Armas em punho», livro assinado por Lou Carrigan, e um convite para a leitura do texto integral, único meio de se conhecer o destino de Slim e Mara. Conseguirá ele salvar-se ao enfrentar os cinco pistoleiros de Masterson? Recuperará a sua filha?

NOD042. Um homem duro

Lon Lanard chegou com os seus vaqueiros à solitária povoação de Munro, conduzindo gado proveniente do estado do Kansas, com o objetivo de o entregar a um ganadeiro da região e receber o valor do mesmo.
Já muito perto do local de entrega, o grupo foi dizimado e o gado roubado. Lon escapou por sorte depois de ter abatido dois ladrões e, a partir desse momento, a sua vida foi dedicada a recuperar o que tinha sido roubado e a vingar os seus vaqueiros.
Siga o percurso de Lon Lanard, lendo «Um homem duro».

NOD041. O desesperado

Eis mais um livro na melhor linha de Raf G. Smith. Um jovem estabelece-se com a mulher e filho num rancho e alguém que desejava aquelas terras, faz desaparecer a criança e prepara uma encenação para lhe fazer crer que a mulher fora assassinada. Desesperado, preparou-se para abandonar aquele local, mas uma ajuda inesperada fê-lo recuperar aquilo que pensava para sempre ter perdido. Entretenha-se a desvendar o enigma aqui presente lendo «O desesperado».

NOD040. Valentia Escocesa

Este é um texto resumido de «Ovelhas da Morte», publicado na Coleção Arizona. Sobre esse texto dissemos, dissemos:
Nesta novela, Frank Mc Fair trata o velho conflito entre vaqueiros e ovelheiros. Desta vez, tudo se passa junto ao rancho do velho Mc Fadden, um escocês temente a Deus, cumpridor da sua palavra e fácil de ser levado em acordos. Tão fácil que permitiu aos ovelheiros, perante os olhos reprovadores da sua equipa, passar pelas suas terras.
A boa vontade do velho foi explorada pelo mais rico criador de ovelhas do Arizona e não fosse a ação do seu filho, Allain, e os seus pastos ficariam destruídos. O conflito desenvolve-se então numa verdadeira guerra entre vaqueiros e ovelheiros que terminou numa mortandade.
A novela tem ainda lugar para o desenrolar de um romance entre o filho de Mc Fadden e a bonita filha do ovelheiro Smedley tudo terminando com a integração desta naquela família.
Enfim, um livro interessante, sem passagens significativas selecionáveis, apesar de bem escrito e estruturado especialmente no início.
A verdade é que o livro não perdeu muito com o resumo e foi-nos possível selecionar duas passagens para aqui apresentar. Uma retrata o encontro da bela Agnes com um dos filhos de McFadden no lago que a este pertencia, a outra um novo encontro da jovem. embora por motivos mais graves. Para os que o pretenderem, aqui fica «Valentia Escocesa».

NOD039. Dança dos «Colts»

Um nobre escocês, senhor de razoável fortuna, que reivindicava para si a qualidade de ascendência real, estabeleceu-se no Oregon, onde construiu ume espécie de fortaleza protegida por homens armados a partir da qual realizava os seus negócios e geria os seus projetos. O seu poder era de tal ordem que dominava as próprias autoridades sendo detestado pela população em geral.
O asco do povo ao nobre aumentou quando o filho concluiu o curso de engenharia, regressou à cidade, e o nobre, convencido que era o paladino da civilização, decidiu avançar com um projeto de instalação do caminho de ferro que iria interferir com as explorações dos populares e com o território dos índios.
Desenhou-se a partir daqui particular resistência com dois campos bem definidos. Os populares contrataram uma série de pistoleiros para combater o projeto, conseguindo ainda o apoio dos índios, mas, após um conjunto de peripécias, o autodenominado arauto da civilização conseguiu implementar as suas ideias.
Nesta história, pouco credível mas engraçada, intervém ainda uma jovem com substancial destreza com as armas, que se veio a descobrir ter sangue azul nas veias, a qual foi personagem chave para eliminar o terrível chefe dos pistoleiros.

NOD045. O aventureiro louco


Ronald Bradley chegou a Buck Springs acompanhado pelo seu secretário, Danny Hatter, depois de uma longa ausência durante a qual correra mundo e fizera fortuna. Tinha como objetivo esclarecer algo que tinha ouvido em relação ao seu irmão que parecia ter enveredado pelo caminho do crime associando-se a um cacique da terra, Petelbow.
A realidade veio a mostrar que Sims Bradley não era flor que se cheirasse, sendo inclusivamente detentor de uma hipoteca sobre um rancho da formosa Mirtha a quem pretendia levar à ruína para esta aceitar propostas indecorosas do cacique.
Ronald decide-se a enfrentar este mundo minado por interesses pouco recomendáveis. E ei-lo, na companhia de Danny, qual um Sancho Pança, a lutar pela justiça com os objetivos de libertar a formosa Mirtha e conquistar o seu coração.
Raf Segrram tem aqui uma narrativa simples, escorreita, por vezes cheia de histórias encravadas no enredo principal, pelo que o «O aventureiro louco» merece ser lido por inteiro.

NOD046. "Lucky Flowers"




Lucky Flowers era a alcunha de alguém com muita sorte ao jogo. Ele era bom jogador sem ser batoteiro. Era também excelente atirador sem ser pistoleiro. Podia dizer-se portanto que era uma boa pessoa que frequentava maus ambientes. Uma noite, numa partida de cartas enfrentou-se com Rudell Liston, um pistoleiro asqueroso de cicatriz na cara. Foi ganhando, mas Liston não aceitou o resultado do jogo. Lucky Flowers foi selvaticamente agredido, despojado do dinheiro que levava consigo e, no final, um lacaio do pistoleiro esfaqueou-o pensando tê-lo liquidado. Mas Lucky também era um sortudo nestas questões. Recuperou e partiu à procura dos seus agressores. Encontrou-os e encontrou também a bela Nelly.
Orland Garr escreveu, com rara maestria, esta novela que aqui disponibilizamos. Leia
LUCKY FLOWERS

quarta-feira, 16 de março de 2016

NOD038. Salteadores de Caravanas

Surpresa das surpresas. Este livro da Coleção Arizona é o mesmo que, mais ou menos, dois anos antes tinha sido publicado na Coleção Búfalo, nº 102, sob o título «Com sangue também se paga». Como justificar uma aldrabice como esta? Aldrabice que se descobre logo de início porque o nome da princesa india é inesquecível: Minetake.
Assim, que podemos dizer? O mesmo que se disse para o correspondente da Búfalo:
«A. G. Murphy. é um especialista em questões de caravanas que têm de atravessar território índio, deixando sempre uma porta aberta para o diálogo, e vencer batalhas com salteadores que gostem de se apropriar do alheio. Desta vez, a acção essencial não é no interior da caravana, mas, fora dela, com forças que combatem esses salteadores.
Para além disso, consegue introduzir nas suas novelas acções em que a paixão entre dois seres seja em geral contrariada. Neste caso, a personagem central apaixonou-se por uma linda princesa índia, Minetake, e resolveu raptá-la a fim de consumarem o seu amor.
Assim, em determinado momento, o herói desta novela vê-se acossado pelos índios que pretendem castigá-lo pelo seu atrevimento (e abuso de confiança, pois abriram-lhe as suas tendas e partilharam a sua comida) em se apoderar de Minetake e, por outro lado, em luta aguerrida contra salteadores muitas vezes traiçoeiros...
Já sabem quem ganhou no fim, mas as perípécias são bastante engraçadas.»
Aqui fica
SALTEADORES DE CARAVANAS

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

NOD037. Zimmermann, o pistoleiro


Esta é a verdadeira história de Leo Zimmerman o tristemente célebre pistoleiro do Arizona. O facto que se relata mais adiante é real, e apenas as personagens secundárias são fruto da minha imaginação do autor. O referido facto, muito modificado, foi aproveitado pelo cinema numa excelente versão.
As passagens que aqui deixamos relatam alguns dos passos necessários para mobilizar o homem que, afastado das armas, um dia se dispôs a vencer o pistoleiro devido ao pedido de uma jovem e após uma serie de humilhações.
A capa é notável pela fidelidade ao encontro da jovem com um urso feroz e o seu salvador. Eis mais um bom livro da Coleção Búfalo.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

NOD036. Território Índio


"Estavam no terceiro dia de marcha e tinham já alcançado o coração do território índio.
Muitas milhas em redor, somente os índios habitavam aquela região e poucos brancos se haviam até então aventurado em tais paragens e os poucos que o tentaram ou foram mortos ou se viram obrigados a regressar a Santo António, muitos deles feridos.
Somente os colonos se permitiam tais aventuras.
Eram homens empedernidos e coadjuvados por verdadeiras mulheres, os que constituíam a maioria das caravanas.
Muitas delas tinham sido destruídas e os seus componentes chacinados depois das mais cruéis torturas. Mais do que uma devia a salvação aos bravos Federais que, apesar de também sofrerem baixas, nunca deixavam sem resposta um apelo daqueles desgraçados." - é este o ambiente deste «Território Índio» assinado por Ajamaro, autor com apenas quatro obras registadas em Portugal, todas publicadas pela APR.
A capa, mais uma vez, foi modificada por nós para se adequar à obra a que respeitava.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

NOD035. Vida por amor


Nelson Montgomery era um rapaz brigão e cedo teve de fugir da terra que o viu nascer devido à falsa acusação de que havia morto alguém, deixando a mãe com a tarefa de arranjar provas da sua inocência. O seu percurso não foi nada recomendável com assaltos em que procurou não ferir ninguém até que chegou a Kansas City onde viria a conhecer a mulher dos seus sonhos.
Associado a um bandido mexicano, veio a saber que este se preparava para atacar o rancho da sua amada e tudo fez para o defender. No momento da chegada da sua mãe a Kansas City com o indulto tinha acabado de enfrentar o chefe da quadrilha, matando-o, mas ficando moribundo. Foi triste o adeus de Nelson Montgmory o que deu a «Vida por amor» uma tonalidade comovente.
Aqui disponibilizamos esta obra com a capa que entendemos deveria ter sido utilizada pela APR. Ela coaduna-se com a parte final do livro, no momento em que Jane visita a campa de Nelson Montgomery.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

NOD034. O «Colt» dita a sentença

Ken Millard foi ajudado a fugir da Prisão Territorial por uma mulher apaixonada, Dinah. Durante a fuga e com planos para novos assaltos em busca de dinheiro, resolveram separar-se para se reencontrar em Las Tumbas, acreditando que assim teriam maiores hipóteses de escapar aos perseguidores.
Las Tumbas vivia uma situação dramática com roubos e assaltos pelo que alguns dos seus habitantes se reuniram para contratar um pacificador que os levasse a desfrutar de novo de uma cidade pacífica.
O pacificador foi atacado enquanto se dirigia para a cidade e o acaso quis que um dos fugitivos se encontrasse com ele e com os seus atacantes, levando-o a desfazer-se deles, não conseguindo no entanto salvar-lhe a vida. Recolheu os seus bens e a carta de apresentação em Las Tumbas. Iniciava-se assim um novo capítulo na vida de Ken Millard que, de fugitivo, se veio a converter em representante da lei.
Mas a situação em breve derivou para um possível desmascarar de Ken. E, um dia, Dinah chegou a Las Tumbas e pô-lo perante a sua promessa de arranjar mais dinheiro. No entanto, esta fabulosa mulher acabou por dar a sua vida para o salvar.
Magnífico livro de que vamos deixar algumas passagens, acompanhando a relação de Ken e Dinah, e de que disponibilizamos ficheiro para download.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

NOD033. O «Estrela Negra»

Esta é a história do homem que usava uma estrela negra na sua infinita tarefa de acabar com todos os que não respeitavam a vida e a dignidade do seu semelhante. Por que usava essa estrela? Por que motivo era ela negra? Alguma vez deixaria de a usar? Para responder a estas interrogações, leia as passagens e o ficheiro para download que disponibilizamos com mais um texto impressionante de Silver Kane o qal foi objeto de publicação na Coleção Colt.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

NOD032. O quinto homem

Esta é a história da perseguição a cinco homens por um «cow-boy» que acabou por encontrar a felicidade, na pessoa de uma jovem. O quinto homem, esse, ocultava-se sob a identidade de pessoa exemplar.
A história é igual a tantas outras, contada por John Weiber com um ritmo satisfatório. Disponibilizamo-la por inteiro num momento em que a descoberta de "passagens" se nos revela um tanto difícil.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

NOD031. O Xerife




Passeava-me pelo Coisas, na rotina diária: pesquisar por «Búfalo», depois «Bisonte», às vezes «Cow-boy»...
E nesse dia algo apareceu: um livro da Bisonte com uma belíssima capa, a um preço exorbitante para «Comprar Já». Apesar do preço não hesitei. Este livro, um Peter Debry, autor famoso na área do policial, merece o que pedem por ele tão raro ele é. Vou introduzir o texto que segue na sua referência no blog e, para tramar os especuladores, vou disponibilizá-lo para download.

O Xerife
Stone Farlum era xerife em Noland, povoação do Oeste minada por um grave conflito entre lavradores e criadores de gado. Estes reivindicavam a posse das terras que utilizavam como pastagens e que o Governo tinha atribuído aos lavradores.
Em consequência deste conflito de interesses, alguém contratou o assassino Mack Benson para fazer a vida negra aos lavradores o qual acabou por matar o jovem Leroy, sendo condenado à forca.
As pessoas tinham confiança no xerife, mas o facto de a sua filha Alma estar noiva de Marty Munroe, o mais feroz dos criadores de gado, granjeou-lhe a desconfiança do outro grupo.
Esta novela descreve praticamente o último dia de vida de Benson entre o momento em que os lavradores conspiram para o linchar e o da sua execução no meio da qual Marty tenta abater Farnum por este poder ter provas para o incriminar. Uma mulher acaba por ter um papel decisivo e tudo se resolve com a sua ajuda.
A capa deste livro é muito sugestiva. Ela mostra uma entrega de arma ao prisioneiro, operada por uma rapariga bonita enquanto o xerife finge que não vê. Não se pense que as coisas se passaram assim. Para saber como a arma chegou a Benson e o papel que a menina teve é preciso ler «O Xerife»

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

NOD030. Cinco homens para matar

Conrad Dilon, residente em Ilinois, foi declarado herdeiro universal de Jess Dilon, recebendo dinheiro, rancho, gado e outros bens do seu falecido tio. Partiu, acompanhado do seu filho Alam para o Oeste para tomar posse da herança.
Mas esta era cobiçada. Aliás, o seu tio tinha sido assassinado para alguém poder apoderar-se dos bens. A chegada de Conrad e do filho a Danton, em pleno coração do Oeste, não foi saudada por todos.
Conrad estabeleceu-se, mas em breve caiu numa emboscada e o filho, demasiado pequeno, foi obrigado a fugir. Cresceu, sempre com a ideia de vingança a motivá-lo, aprendeu a utilizar armas, lutou pelo Sul na Guerra da Secessão e, um dia, acompanhado pelo amigo Jeff e pela inseparável viola deste, voltou a Danton onde consumou a vingança. Estava escrito que aí encontraria também a felicidade…
Eis um livro de mais um autor português - Gilfred S. – e que, devido a essa particularidade, aqui disponibilizamos por inteiro.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

NOD029. Morte no rio

«Chamava-se Crystal Dumeine.
E chamavam-lhe o pirilampo do rio.
Alta e esbelta. De curvas fascinantes capazes de perturbar o capitão do barco onde se encontrava. Era orgulhosa e altiva. Morena, de olhos rasgados, grandes e negros como um cume ou um poço.
A boca de lábios carnudos, vermelhos e sensuais incitava ao beijo. O seio era altivo e erecto, a cintura fina, quadris de ânfora e pernas altas e maravilhosas metidas em meias, preta a maioria das vezes.
No dizer de quantos a conheciam, Crystal era uma verdadeira dama crioula, embora, como em todos os casos, houvesse quem tinha opinião contrária. Mas todos concordavam em que era tão perigosa como uma cascavel ou um jaguar das planícies do Texas.» - conta Joe Mogar.
Encerrada naquele barco, ganhando a vida como jogadora, estava muito longe de imaginar o papel que ia ter nos futuros acontecimentos em que um capitão nortista se envolveu quando procurava quem lhe fizera desaparecer os pais, quem o roubara, quem obrigara a sua mulher a fugir...
Deste livro, em que algumas situações parecem de esclarecimento difícil, deixámos algumas passagens que retratam a fulgurante e dramática relação da sua figura principal, Pack Evans, o capitão nortista, com Alina, a sua esposa, a mulher que lhe fugiu para acompanhar um meio-irmão que ludibriara os seus pais, deixando por momentos a ação do «pirilampo do rio» para os que entenderem ler a obra por inteiro.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

NOD028. O regresso de Bob O'Hara


Este é mais um livro de Joe Mogar, cheio de acção. Acção em que a figura do herói é determinante, mas onde a mulher tem um papel importante.
Neste caso, há três mulheres: a que vivia com O'Hara e morreu, lançando-o, desperado, numa vida de pistoleiro; a que, no seu regressou, encontrou tomando banho no rio; e aquela a quem matou o noivo e um dia acabou por salvá-lo da morte porque sentiu o apelo do amor.
A capa, excelente, com assinatura mas não legível, retrata o desenvolvimeto de uma deliciosa cena em que O'Hara encontra a jovem que se banha nas águas do rio a qual se sente ofendida com a sua presença...
Leia
O REGRESSO DE BOB O'HARA

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