O conto que hoje trazemos foi publicado no fascículo 325 do Cavaleiro Andante. Nele, faz-se a apologia do preso que tem um bom comportamento e que deseja colher os benefícios de permanecer sossegadamente na prisão. Não entendemos como o sr. Muller, arauto dos bons princípios, permitiu uma mensagem destas numa revista que tanto influenciava os jovens portugueses. Estes contos do Cavaleiro Andante não são assinados na sua maioria, pertencendo possivelmente a autores portugueses. O mesmo acontece às ilustrações que os acompanhavam. Encontrámos algumas de José Ruy, mas a presente não parece do grande mestre embora sugira o traço de Fernando Bento.
