sexta-feira, 27 de dezembro de 2024
NOD184. Duplo Jogo
quinta-feira, 3 de outubro de 2024
NOD162. A dama do puma
... e deslocava-se acompanhada de um puma...
Mas as coisas começaram a correr-lhe mal. Dona de razoável fortuna, quis adquirir os ranchos dos seus vizinhos. Estes recusaram e, inesperadamente, ... começaram a aparecer mortos, dilacerados como se uma fera os tivesse atacado...
Afirmou a sua inocência, mas a sua argumentação parecia ineficaz para convencer a cidade. Até que aquele homem chegou...
Eis mais uma novela de Joe Mogar, toda ela envolvida em mistério e marcada pelo encanto daquela mulher.
A capa, de A. Bernal, mostra um momento em que o puma, feroz, salta sobre um malfeitor que tentou alvejar a sua formosa protegida.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2023
NOD159. Aristocratas do Oeste
sexta-feira, 10 de novembro de 2023
NOD152. O Póker da Morte
quinta-feira, 4 de agosto de 2022
NOD143. Um tiro pelas costas
CLF023.01 Uma mulher maravilhosa faz um tiro traiçoeiro
CLF023.03 Alguém se aproxima da cabana
CLF023.05 O meu nome é John Lee
CLF023.06 "Tem cuidado, pequena". A história de
Deborah
CLF023.07 Uma jovem precisa de auxílio
CLF023.08 O perfil do bandido Dick Cobb
CLF023.09 O otimismo invade o rancho de Deborah
CLF023.10 O criminoso Dick Cobb planeia eliminar o pistoleiro
John Lee
CLF023.11 O trabalho no rancho pôe uma jovem em perigo
CLF023.12 O falso apelo de uma mulher em perigo
CLF023.13
Emboscada no Vale das Águias
CLF023.14 A descoberta inesperada de um tesouro mexicano
CLF023.15 A história do tesouro dez anos depois
domingo, 1 de maio de 2022
NOD136. "Procura Sarilhos" Jimmy
Estrutura da obra:
CLF043.01 Uma proposta para novos sarilhos
CLF043.02 O desafio veio de uma mulher
CLF043.03 Duelo no «saloon» de Aurora
CLF043.04 Açoitada e humilhada
CLF043.05 A história de Aurora
CLF043.06 Aurora e Jimmy procuram o mesmo homem
CLF043.07 Matança no «saloon» rival
CLF043.08 Mulher casada deve ser recatada
CLF043.09 Um segredo que permanece escondido
CLF043.10 Dumas: a batalha final
CLF043.11 Um homem que procura a identidade
quarta-feira, 6 de junho de 2018
NOD114. Homens duros do Oeste
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
NOD061. Sangue no seu destino
Tex Taylor traz-nos uma novela do Oeste onde as primeiras cinquenta páginas são este duelo empolgante que terminou com o ferimento do jovem rural que, cumprida a sua missão, procurou afastar-se da cidade e acabou por ser recolhido num rancho onde o trataram. A segunda parte da novela é o relato do encontro com uma jovem formosa e da batalha com índios revoltados contra caçadores de bisontes e outros brancos que ocupavam o seu território.
A magnífica capa de Cortiella mostra um pormenor da luta contra os índios. A formosa rapariga tentou ir tratar dos feridos, mas um índio tentou abatê-la, só sendo impedido pelo herói da novela. No final, a menina e o herói ficaram unidos para sempre.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
NOD059. O guerrilheiro
Uma visita ao OLX permitiu este contacto tardio com este livro da Coleção Califórnia, «O guerrilheiro», o qual mereceu uma apresentação escrita de modo um tanto estranho à Editorial Ibis:
«COLECÇÃO CALIFÓRNIA—insere um volume que pode ser considerado como especial, pois de um assunto que interessa sobremaneira aos leitores habituais deste género de leitura: a velha questão entre o Norte e o Sul — a velha questão de guerra entre os dois pontos do mesmo país. Desta vez, surgem os guerrilheiros como fulcro de ação, e para além da intensidade dramática nascida da luta entre irmãos — surge um caso de amor, que não tarda a constituir motivo aliciante de interesse dentro da ação. Um livro feito por Cliff Bradley com a acuidade de quem está documentado sobre a história da América do Norte, e possui o sentido psicológico das personagens que põe em movimentação. Um livro que honra a tradição da COLECÇÃO CALIFÓRNIA!»
Resta acrescentar a estas estranhas linhas que a tradução apresenta inúmeras gralhas fazendo com que por vezes a frase soe bastante mal. E mais uma vez as alusões aos negros por parte do senhor Bradley nos parecem um tanto racistas.
Na publicação que aqui deixamos, mantivemos as assinaturas de posse por nos parecerem de interesse.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
NOD034. O «Colt» dita a sentença
Las Tumbas vivia uma situação dramática com roubos e assaltos pelo que alguns dos seus habitantes se reuniram para contratar um pacificador que os levasse a desfrutar de novo de uma cidade pacífica.
O pacificador foi atacado enquanto se dirigia para a cidade e o acaso quis que um dos fugitivos se encontrasse com ele e com os seus atacantes, levando-o a desfazer-se deles, não conseguindo no entanto salvar-lhe a vida. Recolheu os seus bens e a carta de apresentação em Las Tumbas. Iniciava-se assim um novo capítulo na vida de Ken Millard que, de fugitivo, se veio a converter em representante da lei.
Mas a situação em breve derivou para um possível desmascarar de Ken. E, um dia, Dinah chegou a Las Tumbas e pô-lo perante a sua promessa de arranjar mais dinheiro. No entanto, esta fabulosa mulher acabou por dar a sua vida para o salvar.
Magnífico livro de que vamos deixar algumas passagens, acompanhando a relação de Ken e Dinah, e de que disponibilizamos ficheiro para download.
terça-feira, 28 de julho de 2015
NOD027. O túmulo ignorado
Um homem avançava inclinado sobre o cavalo, tentando abrigar o rosto do furacão de areia que soprava do deserto; parecia fazê-lo como bom conhecedor do terreno que percorria. De vez em quando parava para orientar-se. Era difícil fazê-lo no meio daquele deserto de areia que envolvia com abrasador e infernal calor. Tinha os olhos vermelhos e por vezes era obrigado a tapá-los: com a mão para impedir que o pó o cegasse.
Ao chegar ao cimo duma encosta rochosa, deteve-se pela centésima vez naquela manhã. Mas lesta vez apeou-se e estendeu-se no solo. Durante cerca de dois minutos esteve a observar a planicie que se disfrutava a seus pés, do outro lado da colina.
Em baixo, a menos de cento e cinquenta jardas, distinguiam-se entre a poeira as casas duma aldeia. Tudo parecia ver-se através dum véu amarelo. A paisagem era hostil e só algumas plantas espinhosas e catos ponteavam de verde o fundo amarelo da ressequida terra.
O homem não se moveu enquanto o vento sibilava sobre a sua cabeça. Quando o fez foi para se apoiar à sela do cavalo. Tinha um aspeto preocupado. Era evidente que alguma coisa o intrigava.
Montou de novo e começou a descer a encosta. Era ainda visível a rua que tempos atrás tinha sido a artéria principal de Glennside. Agora estava coberta de pó e de pedras. Era uma artéria morta que conduzia às portas duma cidade morta.
Quando chegou ao fim da única rua de Glenneside, Ben Ritter parou. Não podia acreditar que aqueles sítios que anos antes tinham sido cenário de tantos acontecimentos memoráveis, agora permanecessem envolvidos num silêncio de túmulo. As casas meio arruinadas, escuras e desordenadas, semelhantes a urna legião de fantasmas ali estavam agrupadas para lhe darem a sua sinistra saudação.
— Tinha que acabar assim — murmurou Ben, a meia voz, enquanto o vento que sibilava forte o impedia de ouvir as suas próprias palavras.
Olhou para o lado e fez o cavalo avançar por entre as casas desertas. Olhou com certa curiosidade o edifício que tinha sido o «saloon» de Webster, fez um gesto de repugnância ao passar em frente do antigo armazém dos irmãos Moody e fixou longamente a casa onde viveu a gentil Pat Bendix. Tinha então dezasseis anos e vivia com os tios, os vadios Clam e Kibb. Ignorava o destino de Clam, mas sabia que Kibb tinha morrido em consequência duma desordem em Glennside. De Pat não sabia nada. Se for viva, deve estar uma senhora. Era isso, pelo menos, o que o Bendix queria fazer da sua sobrinha.
Ben Ritter continuou o caminho até ao extremo oposto da rua. O vento ali soprava com menos violência, mas o pó era igualmente denso.
Ao chegar a um monte de pedras que assinalava o local onde costumavam beber os cavalos que entravam e saíam de Glennside, Ben Ritter apeou-se. Encostou-se a um poste que ali estava e esfregou os olhos para tirar deles o pó acumulado. Em seguida entrou num barracão e ali acendeu um cigarro.
Olhou em volta. A menos de dez passos havia um monte. No cimo, estava urna cabana em ruínas.
Ben agarrou a pá e para lá se encaminhou. Quando chegou procurou como que um ponto de referência. Deu mais alguns passos até ao cimo e voltou-se de novo. Olhou longamente aquilo que restava da povoação. Um sítio de infinita desolação e abandono. Tudo era silêncio, tudo sujeito à implacável ação devastadora do tempo. Nem um ser vivo, nem vestígios de vida por ali.
Aquele exame pareceu satisfazê-lo. Desceu alguns metros até chegar junto de um penhasco. Refletiu um pouco. Andou uns passos para e esquerda. Olhou mais uma vez o alto da colina e o edifício mais próximo.
Parecia satisfeito. Tirou o chapéu e a jaqueta de couro que pôs a seu lado e, agarrando na pá, enterrou-a na terra ardente.
Cinco minutos mais tarde suava copiosamente; mas tinha aberto uma pequena fossa de uns três pês de largura por um de profundidade. Descansou uns segundos continuando depois a cavar.
Se Ben Ritter soubesse que duma daquelas casas em ruínas o estavam a observar tinha abandonado imediatamente o seu trabalho. Mas estava absolutamente convencido que se encontrava só naquela imensidão.
Quando já tinha afundado a cova cerca de dois pés, bateu num objeto duro. O coração de Ben começou a bater com força; mas ao inclinar-se para examinar o que seria, quase que lançou uma exclamação de assombro. Porque o que acabava de encontrar era o crânio duma pessoa ali enterrada.
Ben Ritter ergueu-se e recuou um passo. Durante uns segundos contemplou o macabro achado.
Em seguida, largou a pá, e com a mão tirou a terra que cobria aqueles restos.
Quem seria a pessoa enterrada naquele sítio? Acaso se teria enganado ao calcular o lugar onde devia cavar?
Tirando a terra que cobria aqueles ossos, Ben fez uma nova descoberta. A ossuda mão do morto parecia crispar-se sobre uma corrente de ouro que sustentava um grande medalhão. Ben agarrou-a com um misto de veneração e de medo. Com a manga limpou o pó e examinou o objeto.
Era todo em ouro e apesar do tempo que estivera enterrada conservava-se em bom estado. A curiosidade levou-o a abrir o medalhão.
Continha uma fotografia. Eram as belas feições duma mulher. E, ao vê-la, os lábios de Ben contiveram a custo uma exclamação de assombro.
Mas não o fez, porque no mesmo instante atrás de si, soou uma voz fria e ameaçadora.
— Não te mexas, Ritter. Estou a apontar para a tua cabeça.
Não se mexeu. Ben Ritter sabia que se o fizesse morreria.
— Lembras-te dela, Ritter? -- continuou a pessoa que o tinha surpreendido, ainda sem se deixar ver. — Margaret. Era muito formosa. Cometeste muitas loucuras para lhe seres agradável e esta foi a Última. Mas sei que não foi por isso que vieste de tão longe.
Sim, era o retrato de Margaret, bela e altiva como a tinha conhecido. Parecia olhá-lo com os seus olhos maravilhosamente transparentes, duma tonalidade esmeralda que enlouquecia os homens que cruzavam o seu caminho.
Mas não podia pensar nela. A arma apontada A sua cabeça podia disparar-se de um momento para o outro. E Ben Ritter sentia uma curiosidade imensa em conhecer a identidade daquele misterioso habitante da cidade abandonada que tinha saído das ruínas para o surpreender no seu solitário trabalho.
— Que queres? — atreveu-se a perguntar.
— Olha-a bem — disse o outro. — Pensa no que Margaret faria por ti. Mas já não está aqui para te ajudar. Recordas-te bem dela, maldito Ritter?
quinta-feira, 3 de abril de 2014
NOD004. Ataúde para uma loira
Nesta novela, Kane traz-nos um conjunto de personagens que nos ajudam a formar uma ideia sobre a vida nos estados fronteiros com o México logo após a Guerra Civil Americana. A personagem central assume a identidade de um amigo que foi forçado a abater num duelo de morte desencadeado pelo facto de terem apoiado lados diferentes naquela guerra. Vai encontrar o grande amor da sua vida numa mulher que tem de condenar à forca já que, como advogado, foi designado como promotor da sua acusação e ela tinha morto um homem. Mas seriam as coisas como pareciam? Não teria passado por ali a mão de alguém interessado em condenar a jovem e livrar-se de responsabilidades?Este foi o primeiro livro da Colecção Califórnia que iniciou a publicação em Portugal no ano de 1959.
A capa, de Bosch Penalva, mostra um duelo perante uma mulher loira, um dos muitos duelos que a personagem central teve de enfrentar para libertar a jovem que tanto o impressionou. «Ataúde para uma loira» é a novela que aqui deixamos disponível para download.









