No fim da tarde, quando o sol tombava sobre a planície, ele estava sempre lá, encostado ao beiral do saloon, chapéu baixo, olhos meio ocultos, como se vigiasse não o mundo, mas a si próprio.
Era o tipo de homem que não aceitava aproximações. Um gesto amigável fazia-lhe a mão ir instintivamente para perto do coldre, não por ameaça, mas porque não sabia o que fazer com ternura.
