sábado, 30 de abril de 2022
NOD135. Todos os culpados morreram
sexta-feira, 15 de abril de 2022
NOD134. Diligência para o inferno
Sentimos curiosidade ao encontrar este pequeno livro da coleção «Fúria de Bravos». Primeiro, porque se tratava de um texto do nosso velho conhecido Tex Taylor. Será que ele conseguiria transmitir neste pequeno volume todo o seu sentido de epopeia presente nas suas novelas sobre o velho Oeste? Em segundo lugar, admirou-nos encontrar uma novela exatamente com o mesmo título da anteriormente publicada e essa da autoria de Silver Kane. Haveria pontos comuns entre as novelas? Seriam um e o mesmo autor?
A verdade é que o texto, depois de um começo algo desastrado, não nos desiludiu a partir do momento em que o autor pegou na diligência e arrancou para território índio onde nos reservou uma cena magnífica com a bela Meredith em banho no lago ao luar. Não contente com isso, ainda nos conseguiu transmitir as emoções do rancheiro John Weldon perante o corpo desnudado da beldade. Assim, metade do livrinho merece verdadeiramente ser lido.
Quanto ao início...
Compreendemos que o autor tivesse de arranjar alguma maneira de fazer o rancheiro e a jovem conhecer-se. Mas aquele duelo com Hazes... O mínimo que se pode dizer é que não é convincente, pois nenhum pistoleiro tem o comportamento que Hazes evidenciou perante John Weldon. Em seguida, o duelo no «saloon» também é um pouco forçado.
Finalmente, posso garantir que este livrinho não tem qualquer afinidade com o de Silver Kane para além do título e da viagem na diligência.
Seguem-se apontadores para o texto mais informação sobre o que seria o próximo volume e a contracapa onde surge um cromo da «História de Lisboa». As ilustrações utilizadas são as constantes do livrinho para além de outras recolhidas da Net sem qualquer relação com a novela.
FBV034.01 Do banco para a prisão por causa de uma jovem
elegante e de um beliscão
FBV034.03 Encontro na estalagem
FBV034.04 O estranho bailado do cavaleiro frente aos índios
FBV034.05 A estalagem destruída
FBV034.07 Em defesa da sua amada
FBV034.09 A ferocidade de Satanta
FBV034.10 As notas claras e vibrantes do clarim
terça-feira, 29 de março de 2022
NOD133. Ataque no desfiladeiro
Assinale-se ainda neste conto a preocupação do herói em não martirizar mulheres e crianças que poderiam ser vítimas colaterais da sua luta de vida ou morte.
Esta história veio publicada nos fascículos do Mundo de Aventuras 497 a 502, apresentando em determinada altura uma gafe de atribuição a Jorge Magalhães. É ilustrada por cinco desenhos de autor não identificado que aqui reproduzimos.
sexta-feira, 25 de março de 2022
NOD132. Balas para todos
terça-feira, 8 de março de 2022
NOD131. Perseguido!
Três anos depois de ter abandonado a sua terra para procurar oiro no leito do Gila River, Dan Holliday iniciou, derrotado, o regresso, angustiado com a recepção que a sua noiva, Rosie, lhe dedicaria. Mas não chegaria ao seu destino…
Numa luta desigual, acabou por ser ajudado pelo chefe de uma quadrilha que, prometendo-lhe enriquecimento rápido, o levou a cometer uma série de crimes. Mas Dan não era homem para aquilo e um dia resolveu afastar-se, apesar de um dos velhos companheiros lhe garantir que o passado nunca deixaria de o perseguir.
E era verdade. Dan acabou por ir parar à prisão, participar em trabalhos forçados e demorou alguns anos a poder voltar à sua terra onde não teve uma receção calorosa. O pai da sua noiva estava envolvido numa intriga com o fornecimento de armas aos nortistas e o regresso do indesejado pretendente serviu-lhe de pretexto para o acusar de mais um crime.
Mais uma vez perseguido, Dan Halliday encontrou numa mestiça o alento para uma a sua salvação. Ela curou-lhe as feridas, mas também lhe limpou a alma de velhos fantasmas…
domingo, 27 de fevereiro de 2022
NOD130. O rancho dos assassinos
Silver City era uma cidade onde reinava a desordem e o
banditismo. Dois homens acalentavam o sonho de impor a lei na cidade e um deles
até se propunha tornar-se xerife na mesma para prosseguir essa empresa. Quis
o destino que fosse abatido durante o assalto a um banco por bandidos e o seu
amigo, Mike, resolveu vingá-lo assumindo-se como o novo representante da lei e
ordem após nomeação pelo juiz Halloran.
Na posse do novo cargo, Mike foi convencido a ir até Santa
Rita onde se teriam refugiado os bandidos. Também a Santa Rita chegou uma
jovem, proveniente do Leste, com o objetivo de assumir um rancho herdado de um
familiar. E qual não foi o espanto de ambos quando chegaram à conclusão de que
o rancho estava ocupado por indivíduos esquisitos e perigosos.
Aqui fica uma novela de Sam Fletcher, um autor que conhecemos desde os primórdios da Coleção Búfalo.
sábado, 26 de fevereiro de 2022
NOD129. Assassino precisa-se
Allan era um tipo solitário, um verdadeiro nómada das pradarias. Nunca parava muito tempo no mesmo local.
Grassville era uma povoação
pacífica, uma terra onde se criava gado e o xerife passava o tempo sentado sem
preocupações de maior.
Mas, quando Allan se dirigiu àquela cidade, assistiu a um
espetáculo tétrico que vitimizou três vaqueiros. Sem poder fazer nada para os
socorrer, viu que foram baleados. Um deles era herdeiro com a irmã de uma
propriedade bastante próspera e fazia uma certa oposição à união dela com um
agiota.
Pouco depois de ter entrado em Grassville, Allan viu-se
acusado de um crime que não cometera simplesmente pelo facto de a poeira no seu
cavalo denunciar a sua presença no local do crime. E o principal acusador era
o famigaredo agiota. Porquê? Será que temia que ele lhe roubasse a noiva?
Esta novela é da autoria de Edgard Kennedy um autor de quem se poderia esperar um argumento um pouco mais elaborado. Mas tem interesse e lê-se relativamente bem embora desde o princípio de adivinhe quem é o criminoso.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022
NOD128. Eu vi quem matou!
NOD127. Uma mulher de recursos
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
NOD126. Luta Selvagem
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
NOD125. Perigo nas trevas
Apresentamos hoje um conto que, apesar do seu título algo alarmante, é portador de uma assinalável ternura, mesmo própria da época natalícia. Quem não gostaria de dormir neste invernoso momento com um esquilinho enrolado ao pescoço.
A publicação deste pequeno conto ocorreu no fascículo 5 do volume 10 do Condor Popular em data não determinada (talvez para o início de 1956) e o autor não está identificado.
segunda-feira, 25 de outubro de 2021
NOD124. Traidores do Oeste
«Traidores do Oeste» é um conto assinado por Orlando Marques publicado nos fascículos 408 e 409 da primeira série do Mundo de Aventuras. Não está identificado o autor das ilustrações.
O velho Bill Saunders conduzia um comboio que transportava importante carga de armas e medicamentos com destino a Forte Oregon. Não sabia que um grupo de traidores fazia planos para o impedir de cumprir essa missão na mira de receber contrapartidas dos «sioux» que pretendiam destruir esse forte.
Acontece que a conversa dos bandidos foi surpreendida pelo pequeno Jim que, aterrorizado com o que ouvira, encetou uma fuga com o objetivo de avisar o pai, nada mais nada menos do que o velho Bill. Não o conseguiu, pois foi apanhado pelos bandidos que, reconhecendo-o, o amarraram a uma árvore.
Os bandidos partiram para pôr em prática os seus planos e o pequeno para ali ficou até que foi encontrado pela pequena irmã. Iniciou então monumental cavalgada ao lado dela para avisar o pai.
E o plano dos bandidos gorou-se…
quarta-feira, 13 de outubro de 2021
NOD123. Búfalo Bill ataca!
Este pequeno livro da Coleção Cow-boy tem um cariz biográfico: ele fornece-nos uma visão que se pretende verídica sobre a vida e personalidade de Buffalo Bill, integrando-a com outros aspectos romanceados das suas façanhas.
É assim que o autor destaca a sua principal proeza, designadamente, o seu combate com «Mão Amarela» para, em seguida, se dedicar a uma ficção acerca de uma colaboração com o chefe «sioux» «Águia Guerreira» com o objetivo de desmascarar os brancos que davam armas e «whiskey» aos índios em troca de lhes ficar com as terras.
E quis o argumento que um desses brancos ocupasse o posto de General no exército dos USA e outro fosse juiz na cidade de Deadwood. Uma elite em quem se podia confiar…
Para temperar ainda mais o argumento, o autor, o senhor Kirby, um perito em questões históricas, revela que a menina Bruning, futura esposa de Buffalo Bill, não era nada mais nada menos do que a filha de um desses traidores. Pobre Buffalo! Como conseguiu ele calar esse facto tantos os anos que terá vivido com ela? Talvez por isso se tenha refugiado num circo…
A publicação integral deste livro, a que vamos proceder, terá a seguinte estrutura:
CWB011.02 Buffalo Bil contra «Mão Amarela»
(compare com o Buffalo Bill contra «Mão Amarela de Craenhals)
CWB011.03 Resistência à invasão dos brancos: o manto de «Aguia
Guerreira»
CWB011.04 A derrota da resistência índia
CWB011.05 Planos para a convivência com os índios
CWB011.07 «Whiskey» e armas em troca das terras dos indios
CWB011.08 Morte aos traidores brancos
domingo, 10 de outubro de 2021
NOD122. Correia & Coelho. As aventuras de Jim West
quarta-feira, 8 de setembro de 2021
NOD121. O sangue brilha ao Sol
Eis um livro muito bem urdido de Mortimer Cody onde, por vezes, esquecemos o facto de ser um resumo, mas que nos leva ao desejo de conhecer a obra maior.
Quatro homens, saídos do exército confederado, foram integrados numa companhia de caminhos de ferro, a Union Pacific e resolveram fugir com trezentos mil dólares que roubaram depois de abaterem um elemento da empresa. Um desses homens, Carter, ficou ferido e, durante a fuga, foi baleado por um dos cúmplices perante a apatia dos restantes.
Jake Duncan foi contratado pela Union para recuperar o produto do roubo e iniciou uma competente perseguição aos quatro homens cujo destino foi diferente de caso para caso: um dedicou-se à bebida e a uma velhice completamente degradada; outro abriu um saloon onde aplicou o produto do roubo e perpetuou o rendimento; o mais selvático continuou uma vida de crimes e assaltos violentos; e o homem ferido foi recolhido por uma jovem que se apaixonou por ele. Esse homem interiorizou a missão de devolver à Union tudo o que havia sido roubado.
A ligação de Jake Duncan a este homem, Carter Maxine, não tardou a ser estabelecida e foi facilitada pela jovem que recolhera Carter ao tentar contratar os serviços de Jake para o defender perante os antigos companheiros.
Mas Carter teimou em levar a sua missão sozinho até ao fim e um dia algo quente e avermelhado correu pelas ruas da cidade perante os olhos de uma mulher em pânico.
Vamos apresentar o texto integral deste livro da coleção «6 Balas» de acordo com a seguinte estrutura:
6BL045.01 Três sombras silenciosas abandonam um homem baleado
6BL045.02 Pobre Jane, a querer proteger o homem amado
6BL045.03 Assalto à diligência com inesperado reencontro
6BL045.04 Um pistoleiro que gostava de resolver os seus problemas
6BL045.05 Fazer o que um homem devia ter feito
6BL045.06 Concentração de pistoleiros
6BL045.08 Preocupações de mulheres apaixonadas
6BL045.09 Duelo fatal: um homem resgata a sua honra
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
Agosto, mês de férias
O Novelas suspende a sua atividade por um período indefinido.
Para os compensar aqui fica uma versão inigualável da «House of the Rising Sun»...
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
CNT013. «Abutre Negro», o índio renegado
Era possível existir no velho Oeste turbulento, cheio de perigos e traições, uma cidade cujos habitantes deixassem vazio o «saloon» por volta da meia-noite? Não! Aquilo era um sonho! Larry não podia estar acordado!
Tal facto era tão impossível como dez e dez serem dezassete Resolveu avançar e esclarecer a incógnita. A sala era grande, estava cheia de mesas, simetricamente arrumadas, e o balcão limpo, a brilhar, mostrava falta de uso. Os candeeiros, de luz forte, estavam acesos, a iluminar aquela atmosfera vazia de vida e calor. Por trás do balcão estava o taberneiro — o único homem presente — que abria a boca de aborrecimento.
Larry dirigiu-lhe a palavra:
— Oiça, amigo. Que aconteceu por aqui? A cidade está despovoada? Ou será que ninguém por cá gosta de beber?
Como resposta, o recém-chegado viu na cara do taberneiro, uma sombra de susto, e os olhos, de cansados que estavam, acenderam-se subitamente com essa luz que tão bem traduz o terror. Voltou-se, avisado pelo extinto e levou as mãos aos coldres.
Nesse momento, uma seta sibilou no espaço e veio 'cravar-se no balcão entre as suas pernas.
Larry fixou a porta. Primeiro, só avistou um braço, um arco e uma seta, depois os batentes permitiram a entrada a um corpo esguio, mas musculoso (o que se via pelos movimentos) — e o «cow-boy» contemplou um índio da tribo dos arangonis, de rosto cavado pelos piores sentimentos, e uns olhos onde brilhavam chamas de malvadez.
— Quem és? — perguntou Larry.
— «Abutre Negro — respondeu o «pele-vermelha». — «Abutre Negro», que vem avisar-te para saíres imediatamente da cidade enquanto tens vida. Aqui, quem manda sou eu! Todos os «rostos-pálidos» estão sob as minhas ordens! Pela primeira vez, um índio manda nos usurpadores das terras de Manitu! — E levado por um entusiasmo, onde se notavam embrutecimento alcoólico e princípio de loucura, continuou: — Toda a cidade me teme. Ninguém sai à noite! As minhas setas e a minha espingarda têm calado os mais ousados! Rio-me das leis dos brancos e não vês como o «saloon» está vazio? Ah! Toda a bebida é para mim, sou o dono de tudo isto...
Larry Jones, sem se mexer uma polegada do sítio onde estava, com as mãos caídas sobre as coronhas das pistolas, observou melhor o índio e verificou que aquele homem era perigoso. Notavam-se-lhe atitudes de branco, o que denotava grande convívio com esta raça, e uma profunda inclinação pelo «whisky» de baixa qualidade que então abundava pelas cidades do «Far-West». Não respondeu a toda aquela «lengalenga». Olhou de soslaio para o taberneiro, e viu-o pálido, a tremer, ansioso de arranjar esconderijo na parte baixa do balcão.
Entretanto, «Abutre Negro», que avançara alguns passos dentro da sala, perguntou:
— Finalmente! Quem és tu? Que queres daqui? Não sabes que não gosto de ver caras estranhas em «Mountain City»!
Larry Jones abriu os lábios num sorriso, que fez admirar o índio, e retorquiu:
— Venho de Denver, «Abutre»! Sou o novo «sheriff» da cidade! Nomeado pelo próprio Governador... e com a missão de te prender.
A estupefação do «pele-vermelha» foi enorme.
— Prender-me… a mim?!
— Sim.
— Ah! Ah! Ah! — O índio desatou às gargalhadas, enquanto os olhos iam endurecendo e criando um brilho criminoso. Lentamente as suas mãos apertaram novamente o arco, e uma delas começou a esticar a corda, onde estava apoiada uma flecha...
Nada disto passou despercebido a Larry. Antes que «Abutre» tivesse tempo de completar o gesto, soou um tiro, e arco e flecha partiram-se nas mãos do renegado. O índio ficou paralisado pela admiração e por dois ou três segundos esteve com a vista cravada nos restos da arma; depois, levantou os olhos e fitou a pistola fumegante que Larry empunhava, sem abandonar a posição primitiva.
Nesse instante, o taberneiro, curioso, levantou a cabeça acima do balcão e espreitou. Teve um «ah!» e deixou-se cair para o mesmo lugar. Era possível que existisse um homem que se atrevesse a enfrentar «Abutre Negro»? E a sua estupefação subiu, quando ouviu Larry dizer:
— Considera-te preso, patife! Acabaram-se 'os teus dias de imposição e terror! Desta vez vais bater com os ossos na prisão, e pagarás por todos os teus crimes!
O índio, que compreendia agora a classe de adversário que tinha de enfrentar, não se precipitou. Apesar de tudo era valente e depressa viu, que na presente situação, um passo que desse, era morte certa. Aquele homem era de boa pontaria e tinha o indicador sobre o gatilho, pronto a disparar. Resolveu, por isso, fugir.
Antes que Larry o suspeitasse, sem se mover em gestos inúteis ou denunciadores, deu um salto para trás, de costas, e caiu sobre os batentes da porta, • que se abriram para o deixarem passar e logo se fecharam com estrondo, impulsionados pelas molas.
Foi este último movimento dos batentes que salvou «Abutre Negro». As balas disparadas simultaneamente pelas pistolas do «cow-boy» cravaram-se na madeira.
Mas Larry não hesitou; de um salto, atravessou a sala, saiu para a rua, a tempo de ver o índio que se afastava a todo o galope, montado num cavalo branco, e desaparecer no caminho da planície. Pouco depois, Larry Jones seguia-o...
Ao mesmo tempo, o taberneiro corria par rua e depressa se viu rodeado por uma multidão de curiosos. Narrou a chegada do «sheriff», a intromissão do «Abutre» e terminou com uma pergunta, que traduzia bem o pensar de todos os presentes.
— Qual dos dois homens regressaria: Larry Jones ou «Abutre Negro»?
Larry largou as rédeas, fincou os joelhos nos flancos do cavalo para manter o equilíbrio, e tirou as pistolas. O índio, mais adiante, tomado pela raiva de se sentir quase apanhado, virou-se no dorso do animal, levantou a espingarda que levava presa da rudimentar sela do cavalo e carregou no gatilho. Ouviu-se um «clique» sonoro, bem elucidativo: a arma estava sem balas. O índio proferiu uma praga e bateu com força na garupa da montada.
O «sheriff», que tinha percebido o que acontecera, voltou a guardar as pistolas, e preparou-se para saltar sobre o adversário. Colocou os cavalos a par, tirou os pés dos estribos, e num mergulho atirou-se sobre o «pele-vermelha».
Os dois homens rolaram pelo solo, durante alguns metros. O primeiro a levantar-se foi «Abutre Negro», o índio renegado. Agiu como uma onça, quis aproveitar esta pequena vantagem e disparou um potente pontapé, que Larry aparou com uma das mãos, para logo levar a outra à perna, obrigar o «pele-vermelha» a saltar sobre si. Pulou, a seguir, para cima dele e agarrando-lhe no ornamento de penas que lhe enfeitava a cabeça, sacudiu-o com violência, para o entontecer.
Depois, puxou-lhe a cabeça para o peito é desferiu-lhe um soco curto, destruidor, nos maxilares, seguido de outro, no nariz. O índio quis reagir, mas um novo soco, desta vez na ponta do queixo, fê-lo exalar um gemido de dor...
quarta-feira, 25 de julho de 2018
NOD120. O falso rancheiro
quarta-feira, 18 de julho de 2018
NOD119. Morremos todos!
quarta-feira, 11 de julho de 2018
NOD118. O degenerado
quarta-feira, 4 de julho de 2018
NOD117 Escrito com sangue
quarta-feira, 27 de junho de 2018
NOD116. A noite do enforcado
quarta-feira, 20 de junho de 2018
CNT012. Dupla traição
Percorrendo o País de lés-a-lés, desde o Arizona até ao Alasca, tinha já o seu nome torpemente ligado a negócios obscuros e até a atentados cometidos em várias localidades.
A sua captura impunha-se mas constituía um problema porque agia sempre só, longe de testemunhas e nunca tinha um paradeiro certo, mantendo por prudência o anonimato. Como medida de precaução e porque temia ser caçado pela Lei, certo dia Mullins foi refugiar-se entre os índios Cheyennes, com os quais de há muito se relacionava.
Vivendo por uns tempos oculto nas montanhas estava a coberto de qualquer imprevisto.
(Fonte: Mundo de Aventuras, 2ª série, fascículo 568)
quarta-feira, 13 de junho de 2018
NOD115. Mataram uma mulher
quarta-feira, 6 de junho de 2018
NOD114. Homens duros do Oeste
quarta-feira, 30 de maio de 2018
NOD113. A consciência de Dick Loman
quarta-feira, 23 de maio de 2018
NOD112. Caçador de homens
Edward Harrigan e Jeff Mitchell dirigiam-se a Billings com um conjunto de cavalos que tinham apanhado com o objetivo de os vender. Tal como em outras obras de Murphy, um dos amigos já tinha salvo a vida do outro e isso tinha-os unido para a aventura.
quarta-feira, 16 de maio de 2018
NOD111. A pele de um homem
quarta-feira, 9 de maio de 2018
NOD110. Uma estrela de cinco pontas
À entrada de Virginia City, pregado num poste, estava o seguinte letreiro:
Forasteiro: Quem quer que sejas, enganaste-te no caminho. Dá rédeas ao cavalo e foge o mais depressa possível. A cidade de Virginia não se fez para ti. Aqui, os homens alimentam-se de pólvora e as suas dentadas são piores do que uma mordedura de serpente. Foge enquanto tens tempo.
«A Junta dos Habitantes»
quarta-feira, 2 de maio de 2018
NOD109. O rancho maldito
quarta-feira, 25 de abril de 2018
NOD108. A fama do outro
quarta-feira, 18 de abril de 2018
NOD107. O orgulho do sulista
quarta-feira, 11 de abril de 2018
NOD106. O rancho do cão sorridente
quarta-feira, 4 de abril de 2018
NOD105. Viajante de passagem
quarta-feira, 28 de março de 2018
NOD104. Johnny Puma
«Às onze da manhã de hoje, encontrámos o pobre Harry entre os juncos da margem do rio. Tinham-lhe dado um tiro pelas costas, depois de o manietarem. Foi Rufus quem cometeu essa «proeza». Tenho duas testemunhas contra ele; mas Rufus matá-las-á também, à menor suspeita de que queiram dar com a língua nos dentes e aqui não há ninguém capaz de protegê-las. Tu és o único homem no mundo em quem posso confiar. Vem imediatamente. Pagar-te-ei o que me pedires, contanto que Harry seja vingado. Apelo, sobretudo, para a recordação dos bons momentos que passámos juntos e para a tua amizade com meu pobre irmão. Não podes abandonar-me. Espero-te.»
quarta-feira, 21 de março de 2018
NOD103. Rios de sangue
Um traficante, que comerciava armas com os índios em troca de peles, concebeu o maquiavélico plano de semear monumental conflito que os levasse à expulsão daquelas terras, para nelas estabelecer o seu rancho. Os seus planos quase foram coroados de êxito, tendo sido contrariados por um jovem índio que assistiu ao massacre por ele desencadeado. Mas isso não evitou que, antes de a paz regressar, se tivessem formado rios de sangue.
De acordo com a edição espanhola da editorial Toray com o nome «sangre en la pradera», o nome do autor é Vic Adams e não Vic Cidams, pelo que na etiqueta será por aquele nome, já nosso conehecido, que designaremos o autor.
quarta-feira, 14 de março de 2018
NOD102. Apaches do inferno
quarta-feira, 7 de março de 2018
NOD101. Contrato de pistoleiros
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
NOD100. Olho por olho, dente por dente
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
CNT011. A lei do deserto
Trata-se de um conto publicado no Cavaleiro Andante, fascículo 267. Não está assinado, mas as ilustrações são de José Ruy.






























