quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
NOD202. A Cabana do Vale Vermelho
sábado, 20 de dezembro de 2025
NOD201. Neve na trilha dos bravos
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
NOD200. A hipoteca falsa
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
NOD199. O pistoleiro que recusava a ternura
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
NOD198. O Poeta do Saloon
O sol ainda não havia se posto completamente, e o calor abafado da tarde começava a dar lugar à frescura da noite no pequeno vilarejo de Dusty Ridge. O saloon, aquele refúgio de madeira e couro gasto, estava começando a se agitar. As mesas de bilhar estavam a ser arrumadas, e o barulho das conversas misturava-se ao som das botas batendo no chão de madeira. Mas havia uma expectativa no ar. O nome do visitante ressoava entre as pessoas como um eco que se afastava da história: John Holloway, o homem que escrevera versos no deserto, o poeta do Oeste.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
NOD197. O machado de guerra
domingo, 14 de dezembro de 2025
NOD196. Reparação
A cabana erguia-se sozinha na orla do território seco, onde o vento passava como uma faca e o sol parecia ter jurado não perdoar ninguém. Era pequena, feita de toros escurecidos, mas sólida como uma promessa antiga. Ali vivia uma menina, tão leve e silenciosa quanto o pó da manhã, acompanhada apenas do seu cordeiro, um bicho manso que a seguia para todo o lado, como se o mundo inteiro fosse demasiado grande sem ela.
sábado, 13 de dezembro de 2025
NOD195. As Planícies e o Vento
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
NOD194. Seis mulheres em perigo
O sol caía pesado sobre a pradaria, queimando a terra em tons de ferrugem. Do alto de um afloramento rochoso, Cal McRae, caçador e pistoleiro por necessidade, avistou o movimento no acampamento indígena junto ao leito seco do rio. Não era movimento comum. E não era bom.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2025
NOD193. Terror na Floresta
Terror na Floresta
A jovem tinha deixado para trás as cercas do rancho ainda ao romper da manhã, quando o sol mal riscava de ouro as colinas distantes. Caminhava sozinha pela orla da floresta, o vestido tocando a erva seca e as botas marcando o chão poeirento como se seguissem um trilho conhecido apenas pelo coração.
Ali, entre pinheiros altos e sombras frescas, o mundo parecia mais calmo, como se o próprio Oeste segurasse a respiração. A luz filtrava-se pelas copas, caindo sobre ela em faixas quentes, e o vento carregava o cheiro da resina, da terra viva e de promessas que só quem ama sabe ouvir.
terça-feira, 9 de dezembro de 2025
NOD192. A Lenda do Guardião da Montanha
O Dia em que Jonas Encontrou o Lobo Velho
A serra estava branca de neve naquele inverno. Daqueles
invernos que roubavam o fôlego e deixavam a solidão ainda mais pesada. Jonas
era mais novo então, mas já carregava no rosto a expressão de quem aprendera
cedo que a vida é curta e a morte anda depressa.
Naquela manhã, seguia um rasto estranho entre os pinhais.
Não era de homem, nem de animal comum. Pegadas irregulares, como se o bicho
estivesse ferido. Jonas avançou devagar, espingarda em punho, atento ao
silêncio que cobria tudo como um lençol de vidro.
Ouviu o gemido antes de o ver.










