Novelas do Oeste Distante

Novelas do Oeste Distante

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Agosto, mês de férias

E, agora que o «Abutre Negro» está preso, podemos ir de férias.
O Novelas suspende a sua atividade por um período indefinido.
Para os compensar aqui fica uma versão inigualável da «House of the Rising Sun»...


quarta-feira, 1 de agosto de 2018

CNT013. «Abutre Negro», o índio renegado

LARRY Jones ficou parado à porta do «saloon», com as mãos a segurarem os batentes. Quase abriu a boca de espanto e por duas vezes a seguir abriu e fechou os olhos, como se não acreditasse no que via.
Era possível existir no velho Oeste turbulento, cheio de perigos e traições, uma cidade cujos habitantes deixassem vazio o «saloon» por volta da meia-noite? Não! Aquilo era um sonho! Larry não podia estar acordado!
Tal facto era tão impossível como dez e dez serem dezassete Resolveu avançar e esclarecer a incógnita. A sala era grande, estava cheia de mesas, simetricamente arrumadas, e o balcão limpo, a brilhar, mostrava falta de uso. Os candeeiros, de luz forte, estavam acesos, a iluminar aquela atmosfera vazia de vida e calor. Por trás do balcão estava o taberneiro — o único homem presente — que abria a boca de aborrecimento.
Larry dirigiu-lhe a palavra:
— Oiça, amigo. Que aconteceu por aqui? A cidade está despovoada? Ou será que ninguém por cá gosta de beber?
Como resposta, o recém-chegado viu na cara do taberneiro, uma sombra de susto, e os olhos, de cansados que estavam, acenderam-se subitamente com essa luz que tão bem traduz o terror. Voltou-se, avisado pelo extinto e levou as mãos aos coldres.
Nesse momento, uma seta sibilou no espaço e veio 'cravar-se no balcão entre as suas pernas.
Larry fixou a porta. Primeiro, só avistou um braço, um arco e uma seta, depois os batentes permitiram a entrada a um corpo esguio, mas musculoso (o que se via pelos movimentos) — e o «cow-boy» contemplou um índio da tribo dos arangonis, de rosto cavado pelos piores sentimentos, e uns olhos onde brilhavam chamas de malvadez.
 — Quem és? — perguntou Larry.
— «Abutre Negro — respondeu o «pele-vermelha». — «Abutre Negro», que vem avisar-te para saíres imediatamente da cidade enquanto tens vida. Aqui, quem manda sou eu! Todos os «rostos-pálidos» estão sob as minhas ordens! Pela primeira vez, um índio manda nos usurpadores das terras de Manitu! — E levado por um entusiasmo, onde se notavam embrutecimento alcoólico e princípio de loucura, continuou: — Toda a cidade me teme. Ninguém sai à noite! As minhas setas e a minha espingarda têm calado os mais ousados! Rio-me das leis dos brancos e não vês como o «saloon» está vazio? Ah! Toda a bebida é para mim, sou o dono de tudo isto...
Larry Jones, sem se mexer uma polegada do sítio onde estava, com as mãos caídas sobre as coronhas das pistolas, observou melhor o índio e verificou que aquele homem era perigoso. Notavam-se-lhe atitudes de branco, o que denotava grande convívio com esta raça, e uma profunda inclinação pelo «whisky» de baixa qualidade que então abundava pelas cidades do «Far-West». Não respondeu a toda aquela «lengalenga». Olhou de soslaio para o taberneiro, e viu-o pálido, a tremer, ansioso de arranjar esconderijo na parte baixa do balcão.
Entretanto, «Abutre Negro», que avançara alguns passos dentro da sala, perguntou:
— Finalmente! Quem és tu? Que queres daqui? Não sabes que não gosto de ver caras estranhas em «Mountain City»!
Larry Jones abriu os lábios num sorriso, que fez admirar o índio, e retorquiu:
— Venho de Denver, «Abutre»! Sou o novo «sheriff» da cidade! Nomeado pelo próprio Governador... e com a missão de te prender.
A estupefação do «pele-vermelha» foi enorme.
— Prender-me… a mim?!
— Sim.
— Ah! Ah! Ah! — O índio desatou às gargalhadas, enquanto os olhos iam endurecendo e criando um brilho criminoso. Lentamente as suas mãos apertaram novamente o arco, e uma delas começou a esticar a corda, onde estava apoiada uma flecha...
Nada disto passou despercebido a Larry. Antes que «Abutre» tivesse tempo de completar o gesto, soou um tiro, e arco e flecha partiram-se nas mãos do renegado. O índio ficou paralisado pela admiração e por dois ou três segundos esteve com a vista cravada nos restos da arma; depois, levantou os olhos e fitou a pistola fumegante que Larry empunhava, sem abandonar a posição primitiva.
Nesse instante, o taberneiro, curioso, levantou a cabeça acima do balcão e espreitou. Teve um «ah!» e deixou-se cair para o mesmo lugar. Era possível que existisse um homem que se atrevesse a enfrentar «Abutre Negro»? E a sua estupefação subiu, quando ouviu Larry dizer:
— Considera-te preso, patife! Acabaram-se 'os teus dias de imposição e terror! Desta vez vais bater com os ossos na prisão, e pagarás por todos os teus crimes!
O índio, que compreendia agora a classe de adversário que tinha de enfrentar, não se precipitou. Apesar de tudo era valente e depressa viu, que na presente situação, um passo que desse, era morte certa. Aquele homem era de boa pontaria e tinha o indicador sobre o gatilho, pronto a disparar. Resolveu, por isso, fugir.
Antes que Larry o suspeitasse, sem se mover em gestos inúteis ou denunciadores, deu um salto para trás, de costas, e caiu sobre os batentes da porta, • que se abriram para o deixarem passar e logo se fecharam com estrondo, impulsionados pelas molas.
Foi este último movimento dos batentes que salvou «Abutre Negro». As balas disparadas simultaneamente pelas pistolas do «cow-boy» cravaram-se na madeira.
Mas Larry não hesitou; de um salto, atravessou a sala, saiu para a rua, a tempo de ver o índio que se afastava a todo o galope, montado num cavalo branco, e desaparecer no caminho da planície. Pouco depois, Larry Jones seguia-o...
 Ao mesmo tempo, o taberneiro corria par rua e depressa se viu rodeado por uma multidão de curiosos. Narrou a chegada do «sheriff», a intromissão do «Abutre» e terminou com uma pergunta, que traduzia bem o pensar de todos os presentes.
— Qual dos dois homens regressaria: Larry Jones ou «Abutre Negro»?
 
* * *
 
O cavalo de Larry Jones era melhor, ou estava mais fresco do que aquele que o «pele-vermelha» montava. A todos os segundos ganhava terreno. Assim, os animais aproximavam-se um do outro, encurtando as distâncias.
Larry largou as rédeas, fincou os joelhos nos flancos do cavalo para manter o equilíbrio, e tirou as pistolas. O índio, mais adiante, tomado pela raiva de se sentir quase apanhado, virou-se no dorso do animal, levantou a espingarda que levava presa da rudimentar sela do cavalo e carregou no gatilho. Ouviu-se um «clique» sonoro, bem elucidativo: a arma estava sem balas. O índio proferiu uma praga e bateu com força na garupa da montada. 
O «sheriff», que tinha percebido o que acontecera, voltou a guardar as pistolas, e preparou-se para saltar sobre o adversário. Colocou os cavalos a par, tirou os pés dos estribos, e num mergulho atirou-se sobre o «pele-vermelha».
Os dois homens rolaram pelo solo, durante alguns metros. O primeiro a levantar-se foi «Abutre Negro», o índio renegado. Agiu como uma onça, quis aproveitar esta pequena vantagem e disparou um potente pontapé, que Larry aparou com uma das mãos, para logo levar a outra à perna, obrigar o «pele-vermelha» a saltar sobre si. Pulou, a seguir, para cima dele e agarrando-lhe no ornamento de penas que lhe enfeitava a cabeça, sacudiu-o com violência, para o entontecer.
Depois, puxou-lhe a cabeça para o peito é desferiu-lhe um soco curto, destruidor, nos maxilares, seguido de outro, no nariz. O índio quis reagir, mas um novo soco, desta vez na ponta do queixo, fê-lo exalar um gemido de dor...
 
* * *
 
Em frente do «saloon», o taberneiro mantinha-se à frente da multidão. Um silêncio pesado envolvia aqueles homens devorados pela expectativa. Todos os olhos estavam cravados na entrada da cidade.
De súbito, lá longe, dois vultos começaram-se a desenhar nas sombras da noite. Um montado num cavalo, outro atravessado na sela — um vencedor, outro vencido.
Seria Larry Jones ou «Abutre Negro»? A resposta veio dos lábios do taberneiro, que atirando o chapéu ao ar, gritou:
-- Viva o novo «sheriff»!
 
 
 
FIM
 

quarta-feira, 25 de julho de 2018

NOD120. O falso rancheiro



Dois agentes federais procuram um indivíduo responsável pela morte de um rancheiro com o objectivo de o roubar. Na mesma altura a filha do rancheiro desapareceu.
A sua pesquisa leva-os até uma povoação, não muito afastada de Abilene onde começam a surgir fenómenos como assassínios e roubo de gado durante o transporte. Uma jovem rancheira vê-se na contingência de perder os seus bens devido a uma hipoteca que pesa sobre os mesmos e à incapacidade de realizar a venda do gado.
Mas a ação dos federais vai transformar todo este ambiente e um falso rancheiro acaba por ser responsabilizado por crimes anteriores e pelos que assolam a povoação.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

NOD119. Morremos todos!


A guerra havia terminado. Centenas de homens, desmobilizados, procuravam uma nova forma de sustento. Dois deles, grandes amigos, decidiram separar-se porque algo os afastava. Um queria enriquecer a qualquer preço, outro aspirava a uma vida calma.
No Este, os fabricantes de armas viam o seu negócio arruinar-se, as ações perderem valor e queriam arranjar novos mercados a qualquer preço. Até que alguém se lembrou: «E se vendêssemos armas aos índios?».
Não foi difícil encontrar mão de obra para tão arriscada missão. E, um dia, os dois amigos encontraram-se em campos antagónicos…
Eis um Fred Hirons em grande estilo a denunciar a necessidade da guerra para o florescimento da indústria de armamento.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

NOD118. O degenerado

 
O xerife Fischer, da pequena povoação Little Mountain, procurava infrutiferamente apanhar um bandido autoapelidado de «Jaguar» que não deixava em paz os ranchos da região nem o transporte de valores sendo responsável com a sua quadrilha por inúmeros crimes. Os poderosas já falavam em o demitir.
Decidiu, por isso, apelar a três amigos para o apoiarem. Conheciam-se desde os tempos da guerra civil e a sua amizade era inquebrável. Apenas um faltou ao apelo... e um dia em que Fischer viu o «Jaguar», entendeu que algo de conhecido havia nele...
A suspeita está presenta do princípio ao fim nesta obra de Louis Rock até no desfecho em nada esperado pelo xerife...

quarta-feira, 4 de julho de 2018

NOD117 Escrito com sangue



Muito jovem, John Maddison foi para Tulsa com o objetivo de trabalhar no jornal local. O seu objetivo era o de publicar versos, mas, em breve, se apercebeu que na redação havia um estranho silêncio em relação a factos relevantes relacionados com a reserva de índios «osage».
Os seus artigos e os seus punhos em breve faziam com que a situação se tornasse visível e um combate terrível desenrolou-se com aqueles que pretendiam aproveitar-se das terras dos outros apoiado por uma jovem que, de longa data, ajudava os índios fazendo-lhes chegar alimentos.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

NOD116. A noite do enforcado


Um homem, Windows, aguarda junto do guarda, que é seu amigo, o momento da execução.
A confiança que os une leva-o a contar-lhe a razão da sua condenação. Ele não suportara a atitude do patrão apostado em apoderar-se das terras de uma comunidade mórmon para engrandecer o seu império e... abatera-o.
Eis uma novela muito interessante, diferente de todas as outras, onde até encontramos uma jovem que gosta de tocar piano... embora desafine. E o final é mesmo o que não se espera: o «herói» não escapa e é executado.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

CNT012. Dupla traição

 
ED MULLINS era um desses singulares homens do Oeste que, à custa de hábeis expedientes e de uma conduta moral condenável, ia conseguindo ludibriar os incautos e singrar impunemente na vida.
Percorrendo o País de lés-a-lés, desde o Arizona até ao Alasca, tinha já o seu nome torpemente ligado a negócios obscuros e até a atentados cometidos em várias localidades.
A sua captura impunha-se mas constituía um problema porque agia sempre só, longe de testemunhas e nunca tinha um paradeiro certo, mantendo por prudência o anonimato. Como medida de precaução e porque temia ser caçado pela Lei, certo dia Mullins foi refugiar-se entre os índios Cheyennes, com os quais de há muito se relacionava.
Vivendo por uns tempos oculto nas montanhas estava a coberto de qualquer imprevisto.
(Fonte: Mundo de Aventuras, 2ª série, fascículo 568)

quarta-feira, 13 de junho de 2018

NOD115. Mataram uma mulher


Três mulheres. Ethel, Lina, Donna.
Todas igualmente bonitas, mas com posturas diferentes perante Jeff Kane. Uma delas não resistirá à traição que lhe terá movido. Outra encontrou nele a razão de viver.
Sabe-se que estes livros da Coleção Cow-boy e similares eram resumos. Neste caso, é uma pena que não se disponha da obra original, porque seria um livro para se desfrutar...

quarta-feira, 6 de junho de 2018

NOD114. Homens duros do Oeste


Jeff Duchesne, um pistoleiro famoso, chegou a Criple Creek, esperando encontrar o seu irmão. Sam era um rapaz ingénuo que não usava armas e passava a vida a pensar em filões auríferos e de petróleo. Ao que parece, tinha conseguido o seu objectivo e Jeff pretendia convencê-lo a proceder à venda do jazigo e afastar-se para um local onde pudesse comprar um rancho e estabelecer-se.
Mas Sam tinha sido assassinado e a sua propriedade tinha passado para a posse de um poderoso da região. Começou então a luta de Jeff para apurar quem o tinha matado e o que tinha acontecido ao que o irmão tinha descoberto. E descobriu que, afinal, um poderoso rancheiro que parecia tudo dominar estava nas mãos de uma quadrilha de indesejáveis.
Eis uma novela dura de Joe Sheridan mais uma vez com uma marca geográfica bem definida...
Alertamos para algum mau estado do livro em que não tocámos para não fazer desaparecer a impressão.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

NOD113. A consciência de Dick Loman



Poderia Dick Loman abater o homem que o tinha encontrado ferido, quase moribundo, no deserto que o tinha recolhido, tratado e integrado no seu próprio grupo? A sua consciência não o permitiu mesmo depois de este lhe ter feito a pior canalhice...
E isso quase lhe custou a vida...
«A consciência de Dick Loman» é mais um clássico da Coleção Bisonte que temos o prazer de aqui apresentar. Como sempre, um livro de Cardenas é um daqueles que merece ser lido.
Desfrutem...

quarta-feira, 23 de maio de 2018

NOD112. Caçador de homens


Edward Harrigan e Jeff Mitchell dirigiam-se a Billings com um conjunto de cavalos que tinham apanhado com o objetivo de os vender. Tal como em outras obras de Murphy, um dos amigos já tinha salvo a vida do outro e isso tinha-os unido para a aventura.
Em Billings depararam com um estranho assassinato de um jovem, filho de índio, estimado por todos. Quase simultaneamente uma rapariga muito bonita pediu a sua proteção relativamente a uma madrasta que não estimava. A jovem tinha namorado com o rapaz assassinado e não se sentia em segurança.
Ned e Jeff viram-se assim em nova aventura que procurava caçar o homem que estava por trás do assassinato de Billy, mas, para isso, tiveram de conhecer duas beldades: Bridget Línton, a madrasta e Hellen «Dificuldade», a escultural bailarina.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

NOD111. A pele de um homem

 
Ainda com catorze anos, Lionel Marlow viajou para regressar a Rio Perdido, depois de ter estado a estudar durante quatro anos no Leste. A sua chegada não era bem vista por um familiar que contratou um indivíduo pouco escrupuloso para o matar durante a viagem. Mas este homem, depois de receber o contratado, engendrou uma forma de receber o acordado sem cometer o assassinato. Perante a sua vítima potencial, afirmou que o pai tinha desaparecido e que ele o iria tornar um homem duro do Oeste.
Ao fim de alguns anos, Lionel era um homem famoso pelo seu combate aos apaches de Cochise e, um dia, dispôs-se a procurar aquele que o tinha apoiado e que estava feito num farrapo humano.
Ele próprio retribuiu àquele que julgava seu amigo a ajuda para o fazer sair da fossa, mas, um dia, quando este delirava, algo lhe revelou que a sua história não era aquela que lhe tinha sido contada.  E regressou a Rio Perdido.

quarta-feira, 9 de maio de 2018

NOD110. Uma estrela de cinco pontas

 
 
À entrada de Virginia City, pregado num poste, estava o seguinte letreiro:  
Forasteiro: Quem quer que sejas, enganaste-te no caminho. Dá rédeas ao cavalo e foge o mais depressa possível. A cidade de Virginia não se fez para ti. Aqui, os homens alimentam-se de pólvora e as suas dentadas são piores do que uma mordedura de serpente. Foge enquanto tens tempo.
«A Junta dos Habitantes»
 Mas Pithy Raine não fugiu. Pegou na estrela de cinco pontas e em breve a junta de cidadãos que aterrorizava a cidade sentia o peso da sua valentia.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

NOD109. O rancho maldito

 
Um jovem a precisar de dinheiro é aliciado para substituir um outro com quem é bastante parecido no retorno à família com o objetivo de obtenção de proveitos ilícitos. Apesar de aceitar o contrato, em breve, no seio dos falsos familiares, ele é levado a executar um conjunto de ações em seu proveito levando ao desespero os que o contrataram.
Aqui fica um livro um tanto estranho. Em vez de autoria, surge-nos uma adaptação e não se encontra qualquer indicação de data.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

NOD108. A fama do outro

 
Na Califórnia, na região de Soledad um homem utilizava mão de obra de pessoas chinesas em condições semelhantes a escravatura. Chegava ao extremo de os matar e abandonar quando as autoridades lhe apertavam o cerco.
Um representante da lei, Sybil La Platta, procurava por todos os meios contrariar este tráfico e pouco a pouco o seu nome ultrapassou as fronteiras do local onde habitava.
 
Nota; algumas páginas sem interesse foram retiradas da disponibilização

quarta-feira, 18 de abril de 2018

NOD107. O orgulho do sulista

Cansado de viver em Worth, Roger Lang abandonou a sua terra e partiu procurando a «pista do Oregão». Passados alguns dias da partida, encontrou uma caravana escoltada por alguns soldados que iam atravessar território dos ferozes «Kiowa» e acabou por se integrar na mesma, apesar de manifestações de desagrado da parte de alguns membros.
No seio da caravana, conheceu a bela Vivian Fox e decidiu que acompanharia aquela rapariga até ao fim por maior desagrado que isso causasse a outros.
Roger tinha lutado pelos sulistas na Guerra da Secessão e tinha especial habilidade no uso de armas, conhecendo bem os costumes dos índios. Ao fim de algum tempo começou a notar algo de esquisito com a caravana e a verdade é que esta ocultava o tráfico de armas com os índios...

quarta-feira, 11 de abril de 2018

NOD106. O rancho do cão sorridente

 
Um homem concebe e pratica o assalto perfeito a um banco, mas um pormenor falha: contrariamente ao que esperava, há uma pessoa a trabalhar que procura dar o alarme. Aterrorizado, mata a rapariga e empenha-se numa fuga que o leva longe. Mas é perseguido...
Primeiro o xerife que chega a prendê-lo, mas do qual se consegue desfazer. Depois refugia-se numa estação de mudas abatendo o seu proprietário e o cão que o apoia. Este, abandonado junto a uma rocha, parecia sorrir...
Mas nem assim quebrou a cadeia de pessoas que procuraram aquela estação de mudas... alguns dos quais "não eram tão maus como pareciam..."
 
Nota: algumas páginas inúteis foram retiradas da disponibilização, designadamente um anúncio na página 1, duas páginas em branco com a única indicação de capítulo 2, a página 128 em branco e a contracapa igual às restantes nesta zona da Búfalo

quarta-feira, 4 de abril de 2018

NOD105. Viajante de passagem

 
Dois ranchos.
Um pertence a um ex-ladrão que aspira a aumentar as suas terras para ter mais espaço e pastagens para o gado. Outro, nas mãos de uma mulher, depois de o pai ter sofrido misterioso acidente, constantemente sujeito a roubos e ao assédio do vizinho.
Um viajante de passagem. Procurava trabalho e foi contratado pela jovem em dificuldades, embrenhando-se a partir daí numa luta feroz para a apoiar.
Cliff Bradley é o autor desta obra que não merecia os erros de tradução e revisão que ostenta.

quarta-feira, 28 de março de 2018

NOD104. Johnny Puma

 

«Às onze da manhã de hoje, encontrámos o pobre Harry entre os juncos da margem do rio. Tinham-lhe dado um tiro pelas costas, depois de o manietarem. Foi Rufus quem cometeu essa «proeza». Tenho duas testemunhas contra ele; mas Rufus matá-las-á também, à menor suspeita de que queiram dar com a língua nos dentes e aqui não há ninguém capaz de protegê-las. Tu és o único homem no mundo em quem posso confiar. Vem imediatamente. Pagar-te-ei o que me pedires, contanto que Harry seja vingado. Apelo, sobretudo, para a recordação dos bons momentos que passámos juntos e para a tua amizade com meu pobre irmão. Não podes abandonar-me. Espero-te.»
E Johnny partiu para Losehope para vingar o seu amigo e ajudar a irmã deste. Vingança... um tema recorrente em Mark Halloran.

quarta-feira, 21 de março de 2018

NOD103. Rios de sangue

 
Um traficante, que comerciava armas com os índios em troca de peles, concebeu o maquiavélico plano de semear monumental conflito que os levasse à expulsão daquelas terras, para nelas estabelecer o seu rancho. Os seus planos quase foram coroados de êxito, tendo sido contrariados por um jovem índio que assistiu ao massacre por ele desencadeado. Mas isso não evitou que, antes de a paz regressar, se tivessem formado rios de sangue.
De acordo com a edição espanhola da editorial Toray com o nome «sangre en la pradera», o nome do autor é Vic Adams e não Vic Cidams, pelo que na etiqueta será por aquele nome, já nosso conehecido, que designaremos o autor.

quarta-feira, 14 de março de 2018

NOD102. Apaches do inferno


Um grupo algo heterogéneo. formado por mexicanos, descendentes de índios e quadros do exército americano organizou-se para vender armas aos apaches recebendo ouro em troca. Um oficial do exército, quase a descobrir esta rede, é preso e condenado a ser executado. No último momento, um amigo valeu-lhe e ele partiu, assumindo outra identidade, com o objetivo de esclarecer o estranho negócio com os índios.

quarta-feira, 7 de março de 2018

NOD101. Contrato de pistoleiros

 
Jim Farrel regressava a Helena, dez anos depois de ter abandonado a casa dos pais, quando deparou com um homem morto. Pouco depois, estava a ser acusado de assassínio e uma tentativa de justiça imediata executada por um bando de energúmenos foi abortada pelo xerife da cidade.
Mas os ânimos estavam exaltados e aqueles que se viraram contra Jim acabaram por assassinar os seus pais queimando-os numa fogueira. Começa aí uma vingança cujo autor designa por «Contrato de pistoleiros».
Esta novela segue os passos habituais de Raf G. Smith. Muita fanfarronada e um enredo policial que culmina no criminoso mais insuspeito.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

NOD100. Olho por olho, dente por dente

 
Bill Doane era um vaqueiro humilde no rancho dos Canfield e vivia apaixonado pela filha do patrão, despertando no famigerado capataz Trail todo o ciúme pela atenção que a pequena parecia dar-lhe.
A verdade é que Trail era uma má rês, ligado a um grupo que se dedicava ao roubo de gado e que acabou por assassinar o patrão. Surgiu então o magnífico papel que Bill cumpriu defendendo o rancho da sua amada, respondendo a todos os golpes dos bandidos com um vigor fortíssimo, secundado pela ajuda de um velho pistoleiro a quem tinha salvo a vida.
Este foi o 23º livro da Coleção Bisonte tendo a curiosidade de ter sido na mesma altura publicado o 1º da Búfalo. Sobre o autor nada podemos dizer, embora suspeitemos que seja português...

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

CNT011. A lei do deserto

Um homem abandonou os seus companheiros e acabou por ser salvo por aquele que, de acordo com a lei do deserto, tinha sido encarregue de o abater.
Trata-se de um conto publicado no Cavaleiro Andante, fascículo 267. Não está assinado, mas as ilustrações são de José Ruy.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

NOD099. Outra cova para o juiz

 

Quando o juiz Morris procedia ao julgamento do famigerado «Rugas» Lee, um conjunto de tiros interrompeu a sessão e, pouco depois, todos puderam ver que o juiz estava morto e o processo tinha de ser interrompido.
O xerife Mac Leod fez esforços para conseguir novo juiz, mas o primeiro que foi nomeado teve igual destino. A população já acreditava que o bandido nunca seria julgado.
Até que chegou à cidade um homem do Leste de que todos troçaram, mas que em breve mostrou que sabia utilizar as armas e que a nova cova para o juiz afinal seria destinada ao bandido.

sábado, 20 de janeiro de 2018

NOD098. A lei sou eu

 
Ken Clayton chegou a Preston com o objetivo de encontrar o seu irmão de sangue Akasheeta que, arrastado pelos irmãos Scott, tinha cometido um crime na pessoa de Benjamin Thorn. Ken, criado no seio da tribo Cherokee, tinha aspeto de índio e conhecia todas as suas formas de luta o que, aliado à sua velocidade no manejo de revólveres, o levou a abater o irmão de sangue e a ser imediatamente contatado pelos habitantes da cidade para impor a ordem.
Preston vivia um momento particularmente mau já que dois rancheiros faziam acusações um ao outro e tinam contratado pistoleiros para se combater. A agravar esta situação o envenenamento de algumas cabeças de gado junto a um ribeiro que não pertencia a qualquer deles, mas a um terceiro interveniente tornou a situação assaz preocupante. O que estaria por trás destes acontecimentos na cidade?
Com a sua capacidade com as armas, Ken em breve se viu na necessidade de lutar com outros homens e abatê-los o que levou o receio a alguns habitantes da cidade. Apenas uma jovem e o pai mantiveram a confiança nele, mas esse apoio foi suficiente para levar a bom cabo o impor a ordem.
Mais uma obra muito interessante de Ros Talbot.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

NOD097. Mexicano ambicioso

 
O xerife Jimmy Ó Hara saira de Tombstone com o seu ajudante em perseguição de ladrões de gado. Quando idealizava um plano para os ultrapassar e surpreender, caiu numa emboscada que os mesmos lhe montaram e só a formidável pontaria de um atirador mexicano que os ajudou lhes salvou a vida. Jimmy veio então a conhecer a bonita irmã do mexicano, Marguerita, que lhe causou profundo impressão.
Passado algum tempo, o xerife veio a saber que o patrão de Sanchez, Pablo Somoza, o tentara matar e tinha retido Marguerita contra a sua vontade, procurando fazer dela a sua esposa. Pablo era um indivíduo ambicioso, dono de razoável fortuna, acumulada das mais diversas formas, algumas nada recomendáveis, vivendo rodeado de pistoleiros.
Ao saber das intenções deste mexicano ambicioso, Jimmy decidiu lutar para libertar aquela mulher que não conseguira esquecer.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

NOD096. Duas caras um bandido


Tim e Tom eram irmãos exatamente iguais, até na marca um "L" negro gravado a fogo no mesmo braço. Tim dava os golpes. Tom era quem os planeava. Enquanto Tom fazia uma vida de pessoa honesta, Tim andava pelos montes seguindo as suas instruções. Eram duas caras,,, um bandido.
Até que um dia, «Flash» chegou à cidade e com a ajuda da bela Kathy desmontou o seu plano.

domingo, 31 de dezembro de 2017

NOD095. Passagem de ladrões


Paul foi chamado pelo irmão doente para o ajudar nos trabalhos e gestão do rancho. Aí apercebeu-se de que o rancho conduzia a um desfiladeiro por onde podiam passar os ladrões que andavam a incomodar e lesar todos os ranchos da região.
O contacto com o xerife fê-lo conhecer a filha deste. Encantou-se pela pequena, Norma, e salvou-lhe a vida duas vezes vindo a granjear a inimizade do ajudante do xerife devido à admiração que despertara na miúda.
O desenvolver da novela veio a provar a culpabilidade desse ajudante nos roubos e todos se viram livres duma personagem problemática.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

NOD094. Um homem valente


O jovem Mich Callaham dedicava-se à exploração de oiro no que era acompanhado por vários elementos. Um deles, Karl Froelich, acusou-o da morte de um companheiro e conseguiu fugir com o dinheiro que tinham acumulado estabelecendo-se como rancheiro.
Mich cumpriu algum tempo na prisão e, quando saiu, foi procurar o facínora que o tinha arruinado. Ferido foi apoiado por uma família onde uma jovem muito bonita andava a ser assediada pelo seu mortal inimigo. E foi com enorme convicção que prosseguiu a luta contra Karl o qual era bem apoiado por um exército de pistoleiros.
Mas Mich venceu porque era um homem valente.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

NOD093. Sete caixões

 
Um homem trata de vingar-se de outros sete e encomenda desde logo sete caixões para os enterrar. Eis uma novela digna de Silver Kane com todos os ingredientes que este costuma utilizar.
A curiosidade é que suspeitamos que ela é um resumo de outra publicada na Coleção Kansas com o número 52 e cuja capa podem aqui admirar. A novela tem o mesmo autor e o mesmo título que esta tinha na origem. Infelizmente, não dispomos do livro para o comprovar.
 

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

NOD092. Lua Escarlate


Finalmente, encontrámos um daqueles livros onde nem possuíamos a imagem de capa.
«Lua Escarlate» é um texto estranho de Chas Logan, diferente de todos os outros que temos lido, e que merece ser posto à disposição dos que nos acompanham pela sua qualidade e pela sua temática.
Um homem é perseguido e conduz os que o procuram abater para um desfiladeiro dominado pelos navajos onde todos parecem ser chacinados. Passados vinte anos, um mestiço torna-se figura central para negociar a paz com esta tribo, permitindo uma melhor abordagem aos apaches. Curiosamente, o mestiço tem uma paixão no seio da comunidade branca e outra na pessoa da filha do grande chefe apache.
O dilema de Bronco Navajo, também conhecido por Kid Cactus acabou por ser resolvido em favor da paz entre brancos e apaches. E só na parte final do livro se desvenda o destino do perseguido e de um dos perseguidores...

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

NOD091. A montanha dourada

 
A ação desta novela passa-se no Estado de Nevada num momento de paixões exacerbadas pela descoberta de ouro, isto é, no início do século XX.
Aqui se retrata a ação de vários homens, um dos quais de raça índia que recorriam a todos os instrumentos para se apoderar do vil metal.
Uma novela interessante assinada por Tom Argo publicado no número 60 da Coleção Cow-boy.

domingo, 29 de outubro de 2017

NOD090. Tem de morrer um homem

 
Os espanhóis, comandados por Fernando Cortez, conquistaram o México, e apoderaram-se de enormes quantidades de objetos de ouro, que transportaram para a cidade do México. Na noite de 1 de Julho de 1520, quando os astecas atacaram, os espanhóis abandonaram a cidade, levando esse tesouro imenso. Todavia, dos mil e trezentos homens, salvaram-se, apenas, quatrocentos e quarenta. Os restantes, pereceram na luta ou foram sacrificados aos deuses astecas. Um capitão, Álvaro de Bazan, com uns doze homens e um pesado carro, logrou descobrir o caminho do norte, auxiliado por uma índia. Nunca se conseguirá saber como pôde alcançar o Arizona. A verdade, porém, é que chegou... e no carro ia o tesouro. Mas a sua caminhada terminou em território apache e o tesouro para ali ficou.
Volvidos muitos anos e prosseguindo as investigações, alguns professores reuniram os elementos possíveis, e iniciou uma expedição para descobrir o tesouro a qual foi dizimada pelos índios. Rebeca, filha de um desses investigadores, resolveu procurar o local em que o pai tinha sido morte e reúne nova expedição. Nesta, para além de três perigosos salteadores, incluiu dois valentes vaqueiros, alguns mexicanos e um pistoleiro que procurava fazer justiça relativamente a quem tinha cometido atos cobardes perante a sua família.
 

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

NOD089. O prémio do seu esforço

 
Havia sete anos que o general Suarez governava o México. No início, as pessoas que o viram avançar montado a cavalo, completamente esfarrapado, estiveram loucas por ele. Mas Suarez mudou e os primeiros a pagar com a vida foram os que o tinham ajudado na revolução. Transformou o seu governo, que devia ser de paz e justiça, num exercício de pirataria.
Aos poucos a resistência formou-se e Suarez sentiu-se encurralado. Procurou financiamento e este foi-lhe oferecido por um banco americano em troca de contrapartidas pouco sérias, mas que aceitou. Uma fortuna enorme partiu na direcção do México e, quando os revoltosos o souberam, trataram de se organizar para se apoderar da mesma e financiar a sua actividade. Vários pistoleiros são contratados, todos levavam o fito de, à primeira oportunidade, escapar com o dinheiro. Após emboscadas e mortes, atravessaram o deserto e, no combate final, a voz simples de uma jovem conseguiu que o amor da sua vida entregasse o dinheiro à causa sagrada da revolução.
John Weiber tem dezanove obras registadas em Portugal entre 1963 e 1979. Nesta revela-se um excelente argumentista que inculca nas suas personagens e faz vingar as ideias de honradez.
A capa, não assinada, mostra um aspecto do combate final: o pistoleiro regenerado ao lado da jovem, o prémio do seu esforço, antes de avançarem para território mexicano com o objectivo de fazer chegar o dinheiro aos revoltosos de Ramirez.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

NOD088. Uma mulher e dois «Colts»

 
Ofendida pelo desprezo do noivo que a trocara por outra, a bela Vanessa abandonou uma lucrativa profissão que tinha no leste e regressou ao Oeste de onde partira dez anos antes e tomou posse de um rancho que o tio Harold, morto misteriosamente dois anos antes, lhe deixara em herança.
Infelizmente quem matara o tio não lhe permitiu uma vida fácil na cidade de Alpine no estado do Texas e Vanessa viu-se obrigada a recorrer à ajuda de um vagabundo para enfrentar o poderoso Hashton.
O desenrolar da novela, muito ao jeito de Carrados, leva à regeneração do vagabundo e ao derrubar do poderoso que, curiosamente, estava feito com o noivo da rapariga.
Esta novela tem resistido ao tempo na minha posse e a capa que realça os atributos da beldade tem-me acompanhado ao longo dos anos. Aqui fica o livro para apreciação pelos leitores do Novelas o qual foi publicado na Coleção Cow-boy, sendo o seu volume 35.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

NOD087. O impostor


Na nota de rodapé da capa deste livro pode ler-se «Ele tinha roubado a identidade do seu melhor amigo». Nada mais erróneo do que esta informação, a qual curiosamente é repetida logo no início do texto, para caraterizar a ação de John Campbell.
O advogado, detentor de excelente fama em Tuscaloosa, entendeu que o seu gabinete não tinha defendido da melhor forma um condenado à morte e partiu para o Oeste selvagem, numa viagem incómoda de três semanas, com o objetivo de apoiar a família fazendo passar-se pelo condenado. Depois, já em Rockville, enfrentou um conjunto de desafios o mais importante dos quais foi dominar a paixão por uma irmã que realmente não o era.

terça-feira, 25 de julho de 2017

NOD086. Expulsos!


O nome de Dong Wingmore era conhecido em todas as cidades do Oeste, desde as margens do Rio Grande até para além das Rochosas. Uma lenda de sangue e morte acompanhava-o através do Texas, Novo México, Kansas, e a sua fama de pistoleiro rápido ia atá aos selvagens territórios de Dakota, Wyoming, Idaho e Montana.
A sua figura, sempre vestida de negro, era o tema de todas as conversas nas aldeias das regiões mineiras, nos cais fluviais e em todas as caravanas que atravessavam as pradarias.
Quando o território do Colorado passou a fazer parte da União, o Governo quis que a cidade de Pueblo ficasse limpa de indesejáveis e oferecesse um aspecto decente e pacífico. Dong encontrava-se entre um grupo de indesejáveis classificados de pistoleiros, artistas de «saloon», batoteiros que foram marcados para abandonar a região e canalizados para as indesejáveis paragens de Montana...
E assim se formou um estranha caravana de expulsos...

terça-feira, 18 de julho de 2017

NOD085. Jerónimo

Esta é uma novela baseada na luta do grande chefe índio Jerónimo contra a dominação branca que pretendia apoderar-se das suas terras num local onde viria a formar-se a cidade Tulsa para iniciar a exploração petrolífera.
A história retrata a contradição entre brancos e índios e no próprio seio dos brancos divididos entre os interesses do que se dedicavam a roubar o alheio e os que pretendiam iniciar a atividade petrolífera.
Na parte final da novela, Martyn escreve: «Jerónimo, o chefe sanguinário que defendia a supremacia de uma raça em decadência, não teve medo. Atacou de frente. Nunca brilharam tanto os seus olhos como então. E foi para a morte, julgando que triunfaria...»

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